É mentira que não se pode fazer um novo começo.
Hoje eu recomecei...

Em depoimento dado hoje pela família de Steele: "O lendário músico de Goth/Heavy Metal Peter Steele morreu repentinamente na quarta-feira, 14 de abril de 2010, após uma curta doença que o atingiu aos 48 anos de idade. Ele compôs e tocou com a banda Type O Negative, um grupo inovador conhecido por sua ênfase dramática e lírica nos temas de romance, depressão e morte. Steele, ilustre tanto em sua aparência física quanto em seu talento musical, foi a força criativa por trás de 20 anos de sucesso escrevendo a maior parte do material para os álbuns. Type O Negative e Steele foram louvados como uma grande influência para diversas bandas de metal e alternativas. A banda ganhou fãs por todo o mundo através das tours e dos sete álbuns de estúdio gravados, duas coletâneas, DVDS de shows e clipes. O álbum de 1993 "Bloody Kisses" ganhou disco de platina, e o seguinte álbum de 1996 "October Rust" ganhou disco de ouro.
O mundo da música perdeu um grande talento e os fãs ao redor do mundo estão lamentando, mas para nossa família estamos lamentando um irmão amado, um tio, um primo, um amigo e um homem engraçado. Peter Steele era um homem complexo, conhecido pelo seu olhar protetor, seu humor autodepreciativo, visão única do mundo, e sobretudo sua lealdade aos fãs, amigos e família. Sobreviveu a cinco irmãs, e sendo a mais velha viva diz que ele era mais que um irmão, era um filho. Sua morte prematura é trágica - uma grande perda a nós e à música. A causa da morte ainda será confirmada pela autópsia, e os planos para o funeral permanecem incertos. A família agradece aos fãs pela lealdade a Peter e aos membros da banda, mas pede que os fãs e a mídia respeitem seus desejos de privacidade.
Além do seu sucesso na música, Peter Steele também tentou a atuação, aparecendo no seriado da HBO, OZ e no filme cult Bad Acid. Ele também compôs para o filme Freddy vs Jason e Mortal Kombat, para o seriado Nosferatu: The First Vampire e ainda por lançar Living the American Nightmare.”


Charles Bukowski