30 julho 2009

29 julho 2009

Quando eu fico com muito ódio do mundo, geralmente penso em fazer todas as coisas estupidas que eu sempre fiz, mas nem posso pensar em voltar a fazer, tipo, fumar pedra, cheirar, beber tudo o que eu conseguir enfiar pela garganta, largar essa merda de trampo. Auto destruição isso??? Enfim, nem importa... Geralmente eu espero uns dias pra fazer qualquer coisa mais ousada, porque com os dias isso passa. Mas na minha cabeça eu acho que deveria pensar mais calmamente no meu dia a dia atual, e verificar o que eu gostaria de fazer da vida. Tenho ódio quando as pessoas falam comigo como se eu ter parado de usar drogas fosse uma obrigação, e uma condição pra ser feliz! Pô, eu tava muito melhor fumando pedra, quer saber?

27 julho 2009

Ontem foi pra acabar mesmo. Teve excursão do curso nas duas ETAS, e lá fiquei eu enfiada até as 5 e tal da tarde com os "colegas" de classe vendo água ser tratada. Matei saudades da CRaudia e da Cleri. Tamis fez uma saida rápida pela direita pq tava com dor de dente. Deu sorte... Eu segui pro abate...












25 julho 2009

Ó... Pode até ser que as pessoas me achem estranha e agressiva. Eu sou mesmo. Sou agressiva demais, e curto violência e dor, em vários graus. Bom, a gente não controla o que gosta né? Eu não tenho culpa de gostar das coisas assim, mas já que gosto...
Eu gosto de sentir dor, e gosto muito de chorar. Minha vida é um grande inferno! Um pesadelo de dia e a noite! Uma loucura sem fim! Querem exemplos? Essa noite acordei sem respirar, chutando e socando, desesperada. Depois de algusn segundos de desespero profundo, consegui muito precariamente voltar a respirar e fui pro banheiro vomitar, de desespero, suada, torta, apavorada.
Depois de alguns minutos acordada, voltei pra cama meio inconsciente, e ai a paz do sono me levou? Não, claro. Comigo isso não rola. Tive um pesadelo estranho, e acordei apavorada na madrugada. Depois de acordar de novo daquele jeito, e voltar a dormir de novo, acordei pela manhã de novo apavorada de vários pesadelos seguidos!
Tá pensando que é só isso??? Não! Tirando o fato de que acordar como se alguém estivesse me pegando pelo pescoço sem respirar não ser uma coisa tão normal, os pesadelos são praticamente diários. Aliás, diariamente noturnos.
Eu vivo apavorada, com medo, desesperada, pensando em coisas mórbidas o tempo todo, mesmo quando estou rindo, feliz, divertida, flanando pelo SAEMJA. Num consigo ter reações normais com as coisas simples. Pra parecer normal, tenho q imitar os outros. E não consigo! Tenho comportamentos bizarros que eu acho que são normais, e quando vejo a cara dos outros, vejo que to me excedendo! Viver é uma complicação sem tamanho!
Mesmo assim sou ultra-sensível... E sou amorosa, se não tiver que demonstrar muito.


Gato que brincas na rua
Como se fosse na cama,
Invejo a sorte que é tua
Porque nem sorte se chama.

Bom servo das leis fatais
Que regem pedras e gentes,
Tu tens instintos gerais
E sentes só o que sentes.

És feliz porque és assim,
Todo o nada que és é teu.
Eu vejo-me e estou sem mim,
Conheço-me e não sou eu.

FERNANDO PESSOA

SNAPSHOTS







22 julho 2009

I was watching my nowadays favorite TV show: fashion squad! And thinking about some girlfriends who would make a good figure in there, or a bad figure, if you want, and I really got a lot of girls who really need it!
I imagine that should be lots of friends who think the same about me!!! And I know, actually, that I’m pretty strange. I think that the secret of the success of this show is that they usually choose very ordinary people. With a kind of freak or something, or a kind of slut, it couldn’t be possible, never ever!!!
Can everybody imagine me there wearing those shoes and clothes and hair and make up? God! Really disgusting!
It’d be awesome having 10.000 bucks to spend with clothes, or whatever! I could handle with it!! But really, how much costs to make me from the tomboy I am to the girly girl I should be????

21 julho 2009

My family’s in town!!!
My sister, nephews and niece are here for a week of rest!
Well… rest in peace…
Looks great having them around, but I have just a little time to stay together and head out and stuff, but that’s great!! Actually, I don’t miss them enough. I’m a little bit cold I guess. Everything that mess my routine makes me really bad. Having so much people as near as they are makes me bad also, and I don’t mean only physically near.
I woke up this mourning in the middle of a nightmare, as usual… My head is full of thing, and now my days are full of people. They’re not my family anymore. They’re just people, and I don’t feel comfortable when I got people so near, but I really enjoy them all.

19 julho 2009

I’m so disappointed these days… Work sucks, I’m full of bills, and have no family... Ok, I know... I’m just crying and yelling because I’m feeling so... Well, actually I couldn’t tell how I’m feeling about life, and loosing my time doing exactly nothing! Life’s passing, and I’m wasting time doing what? Anything! When I really stop and think about life, about things I really wanted to do and didn’t I feel so angry and frustrated! There’s no reason to being here in a town I hate, losing time, in a work that sucks! I could be in another city, doing great things, fighting for a great job, learning things, giving classes, studying and stuff, and I’m doing exactly the opposite I wanted! Why? I’m not that stupid! I’m making life harder! I can’t find something that gives me power to make the things I need to be happier. A feeling, a thing, I don’t know!
People are making me so frustrated too! I can yell the rest of my life because I don’t have friends and family or starting accept it, but it’s not easy.
I know that’s not the place, not the people, that’s not lack of family. That’s me. I’m weak to fight.

18 julho 2009

Hoje perdi um tempo pra dar uma limpada no MSN. Joguei fora todo mundo com quem eu não falava. Ficava aquele monte de nome lá, e nem eu falava com ninguém, nem ninguém falava comigo.
Quando se chega no fim da vida, não deve ser deprimente perceber que você não foi a pessoa que quis ser? Mas, perai, voltando um pouco, quando é que se chega no fim da vida? O fim é aquela hora da morte, ou o fim é antes? Quando já se está tão derrotado, tão machucado que nem se pode, ou se deve ter mais esperança. A vida acaba quando se para de crescer, quando se perde a esperança ou quando ela se esvai?
Essas teorias idiotas ocupam tempo e espaço e realmente não tem serventia alguma, então passemos pra próxima.
A Rubiz começou a trampar numa banca. Surpresa! Ganhando mais do que eu!!!! rs Fiquei feliz por ela que vai ganhar um salário inicial pelo menos aceitável, mas incrivelmente perturbada por fazer o trabalho de duas e ganhar tão mal e ser tão pouco reconhecida.
É verdade, eu deveri procurar algo melhor. É verdade também, eu tenho um medo horrivel do desconhecido. O que é fácil é confortável pra mim, e sim!, eu tenho medo de mudar. Na verdade nunca tive nenhum problema com isso. Não gostar de mudar é um lado da minha personalidade. Eu nunca encarei como um defeito. É como todo o resto. Uma caracteristica que deve ser aceita, aceitando-se o preço a ser pago por isso.
Eu ia dizer agora que tenho andado meio triste esses dias, mas é mentira né? Vamos ser sinceros. Eu tenho andado meio triste nos ultimos anos, ou atpe quem sabe nas ultimas décadas. Não adianta ficar disfarçando. Eu também não acho que devo ser super feliz. Ninguem deve, ou consegue, e essa é mais uma daquelas cosias que devemos aceitar.
Dando uma olhada assim por alto no que eu escrevi, eu percebo que sou apática demais. também conhecida como preguiçosa, descansada, ou ainda, covarde.
Eu aceito com satisfação a minha insatisfação só pra não ter que pensar muito. Não tem desculpa, é isso ai. Eu não quero reagir.

17 julho 2009

A verdade é uma só. Eu invejo meus amigos que conseguiram sobreviver sem trabalhar até hoje...

16 julho 2009

De tempos em tempos eu posto esse poema do Mario Quinta... É lindo...


Canção do Dia de Sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim jamais cansa...
Viver tão só de momentos
Como essas nuvens do céu...
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência...esperança...
E a rosa louca dos ventos
presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...
Mário Quintana.

13 julho 2009

Olha que fofinho... amizade instantânea!




QUIMERAS
ZERO
Sem caminhos pra seguir
Na incerteza de chegar
Quem decide por partir
Só pensa em procurar
Um futuro com alguém
Não importa o que passou
Já nem se lembra mais
Quer é recomeçar
Tantas vidas pra viver
Tentando se encontrar
Tantas coisas por fazer
Pra se purificar
Não consigo mais sonhar
Já me basta o que vivi
Sofrendo ao desejar
Quimeras que não consegui

Deuses do além
Duendes do ar
Anjos do bem
Vão te mostrar uma luz maior
Capaz de convencer
Que um mundo bem melhor
Existe em você
Só pro seu prazer

Tantas vidas pra viver...
Deuses do além...
Uma luz maior
A força e o poder
Sangue e suor
De quem te fez viver
Hoje eu sei porque
Eu não vou mais fugir de mim
Eu não vou mais fugir de mim
Ganhei uma caixa de bombom hj no trampo. Num é fofo???

11 julho 2009

Alecrim pode ser excelente pra feitiços, mas como tempero, os Deuses que me perdoem! Uma bosta! Detestei! rs
Ta frio pra cacete agora a noite. É que choveu praticamente o dia todo. Amanha se eu for espertanum saio da cama. Nm tô ligando em não fazer nada. Nada de visita essa semana, por favor. E no final de semana que vem eu vejo se consigo dar uma ordem no que falta.
É duro ser dona de casa...
Sabe que as vezes eu deito no sofá e choro, choro, choro... Fico pensando nas coisas que eu gostaria que acontecessem e nas que eu sei que nunca vão vir. Penso no jeito que eu queria que minha infância tivesse sido, mas não foi. Tento lembrar das coisas que eu fiz quando era criança, e vejo que não fiz nada. Não tenho nada pra contar.
Não tenho lembranças boas do meu pai, felizes da minha mãe. Algum amizade de infância, aventuras que eu vivi. Nada disso... Não tenho nada pra trás.
Quando olho pra minha vida agora... Vejo menos ainda. Se na infância ainda tinha familia em volta, agora não tenho mais ninguém. Nada me acontece, e eu não vontade de conhecer nada. Tenho um trabalho que me rende pouco, pouquíssimos amigos, nada de família. Minha única parente é minha irmã, que tem sua própria família, sua própria vida, em outra cidade, longe daqui.
O futuro... Ninguém sabe, mas se eu lembrar de tudo o que esperei domeu futuro, e ver o que tenho hoje, eu entendo que não vai nada mudar.
Ouvindo Borknagar e Asmegin ontem e hoje. Nunca me liguei muito em folk metal e essas coisas, mas nesses ultimos dias tenho escutado bastante.
Pra quem quiser ouvir, é só clicar nas capas...



Nesse momento escutando Seventh Void, que é a banda paralela do Kenny Hichey e do Johnny Kelly do Type O Negative. Ainda não sei dizer se gostei... O vocal do Kenny é legal. Estilo totalmente diferente do Type O, algumas horas mais pesado. De uma maneira geral parece bem legal... Pelo menos quando o Peter cair morto de tanto cheirar e beber tem o resto da galera fazendo um som. rs Só num sei se isso é consolo!

Enquanto tô aqui fazendo esse post, posso dizer que tô gostando bastante da banda. Tá me agradando bem mais do que o ultimo trabalho do Tipe O. Quem quiser escutar é só clicar na capa pra ser redirecionado e baixar.

10 julho 2009

Desanimada de tantas e tantas dívidas, e ainda sem asinhas de fada... ai, ai...

09 julho 2009

Alguém já parou pra pensar em quem é a pessoa que vai guardar seu atestado de óbito, e por quanto tempo? Depois isso se perde, porque num é o tipo de documento que passa de geração para geração, creio eu. A gente vira aquele pedaço de papel dizendo que estamos mortos. E quem é que guarda isso? Eu guardo o da minha mãe. Minha irmã nunca deve ter nem olhado duas vezes praquilo. Ou seráque ela tem uma cópia?
O meu será que vai ficar com quem? Num tenho família...

25 junho 2009

Hoje eu cheguei em casae tinha um gato gigante na garagem! Preto e gigante, e eu desconfio que devia estar dentro da minha casa, curtindo um sono no meu sofá... Os gatos daqui são muito folgados, ou eu que sou muito mole...
O interessante é que depois ele não conseguia sair pelo portão da garagem, porqe a cabeça era grande demais... E lá ficava o gato pra lá e pra cá, e eu pela casa e tals. Era um puta gato gigantesco! Por isso que a Hadija tem uns filho grandes. Com uns gatos desse naipe comendo... No final de tudo, mesmo eu abrindo a prota da garagem pra ele vazar, ele preferiu entrar em casa e sair pela porta da sala, subindo no muro. Surreal...

22 junho 2009

¬¬
Egocentric Herself: vi asinhas de fada no 1,99!!!!
Shantall: onde?
Egocentric Herself: rosas e lilases!! asinhas q nao conseguiriam me levantar
Shantall: em qual?
Egocentric Herself: mas eu posso fazer um feitiço pra elas!!!
lindinhas demais
brilhanteinhas e transparentes q da pra ver do outro lado!!!
Shantall: eu poosso te jogar do alto do novo mundo....
acho que funciona...
Egocentric Herself: huahuahuahuhua
vc tem q quebrar o clima neh?????
Shantall: po... eu acho que ia funcionar auhauha
olha soh.. como precaução a gente gruda uma fatia de pão em vc com manteiga nas suas costas e na frente.. ae c naum cai por nada... eh cientifico isso
ambas vaum entrar em conflito... uma querendo cair antes que a outra virada no chao.. ae vc voa.. eu sou total a favor auhahua
^^
Foda conviver... Muito foda...

16 junho 2009

Tô fazendo sopa d feijão, com um feijão pronto que veio de Jandira! Massa heim?
Tô num clima de mudança em casa, porque tô dando um trato aqui. Bem devagar, porque não tenho grana pra fazer o que eu uero, e bem devagar porque tô doente.
Tô pintando coisas, martelando, jogando fora, lavando, mas bem lentamente, porque tenho que dividir meu tempo e disposição com o trabalho.
Não quero ser mal agradecida nem inconformada mas o trampo tá esquisito.... Tudo tá meio fora do contexto, mas não posso reclamar.
Pensei em vender minha casa e pagar todas as minhas dívidas e fazer a cirurgia. Com saúde é mais fácil correr atras. Tenho corrido nos ultimos anos. Vou continuar correndo pra sempre. Ou melhor. Vou continuar enquanto conseguir. Não desisto.

15 junho 2009

Caralho! Quase cai da cadeira agora!
Tá tudo diferente aqui!!!
Ficou massa! =D

08 junho 2009

Tem certas coisas que a gente simplesmente tem que ouvir e ficar calada. Eu tenho ouvido muita coisa ultimamente, e tenho tentado ficar calada sempre, mas a verdade é que nem sempre eu consigo. Não tenho que ficar dando opinião no que não é da minha conta, e apesar de eu também ter minhas fraquezas, às vezes as fraquezas alheias me irritam muito.
Eu não sou criança, nem estou saindo da adolescência. Tem horas em que é necessário ser condescendente com as características alheias, ainda mais de quem não tem tanta experiência.
Bom, isso nem é importante pra falar a verdade. Pode ser TPM, depressão, falta de convivência com o ser humano, sei lá, mas tem épocas em que fica mais difícil conviver com as pessoas. Provavelmente estou numa dessas fases. Sinto-me meio irritada com as coisas que vejo, e que ouço.
Minha paciência tem sido testada ultimamente, muito provavelmente porque não estou muito preparada pra ser contrariada, ainda mais quando vejo que as coisas estão sendo feitas da maneira mais difícil, ou mais errada, ou mais impossível, ou mais estúpida, e é só usar um pouco de cérebro pra ver que simplesmente pensando um pouco se chegaria lá! Ô raiva!
Fico animada e desanimada com meu trabalho na mesma medida, mas acho que a vida adulta deve ser assim mesmo. Queria que as coisas acontecessem mais facilmente pra mim, mas por outro lado também sei que não é assim que as coisas são, e tenho sorte de ser sempre muito conformada em relação a isso. Como já lembro de ter dito uma vez, fico irritada com pessoas inconformadas com as situações que a vida nos trás, como se fosse normal que estivéssemos sempre felizes, tudo fosse sempre fácil, os dias fossem sempre bons, tudo sempre fosse bonito, quando o que faz todas essas coisas parecerem legais ou bonitas é justamente o contraste de todas as situações pelas quais passamos. Talvez eu seja muito experiente e não me dê conta disso, sei lá.
Eu não tenho que ficar tomando partido, nem me incomodando tanto com isso, mas eu juro que me incomoda sim, sim! Claro que todo mundo tem suas horas de desespero. Todo mundo tem aquele dia em que se sente um lixo, e eu idem, talvez mais do que a maioria das pessoas que eu conheço, mas até no meio do desespero total, eu sei que aquilo tudo é temporário, e esse saber não é nada religioso, metafísico. É que a vida é assim, cheia de detalhes e coisas! Pô, talvez seja falta de estar na merda de verdade, e vendo o que as pessoas consideram estar na merda, me dá vontade de rir! Não estou me achando a mais experiente, nem a mais sofredora, e nem me interessa ficar comparando minhas mazelas com as alheias. Isso é idiotice! Mas com a propriedade de quem já tocou o pé no fundo do poço, e já esteve totalmente perdida, com a vida por um fio literalmente, percebo que ocasionalmente as pessoas podem se tornar muito fúteis.
Nisso aprendi outra lição. Às vezes a gente acha que uma pessoa é sábia, safa, e, no entanto percebemos essa futilidade, essa infantilidade. Eu entendo de infantilidade. Eu também bato o pé e dou uns pitis! Natural! Ver gente que tem tudo fácil dando ataque é foda pra mim, confesso. Tem gente que tem tudo, mas não enxerga nada... Eu não tenho nada, nada, literalmente, e às vezes acho que tô com tudo. Acho que é porque eu sou protegida do Chefe. =D

20 maio 2009

Ontem chorei de soluçar falando com minha irmã no MSN. Tava com tanta coisa entalada na garganta, pronta pra colocar pra fora. Sabe como é né? Quando eu tenho oportunidade de desabafar com alguem, tenho que aproveitar.

Descer um pouco sempre é bom pra mim. Me faz dar um up nas minhas possibilidades e tentar com mais afinco. As coisas vão melhorar, sempre. Não tenho o direito de reclamar de nada. Eu sou forte e tudo isso vai passar. E se não passar, é porque não é pra acontecer.

Tenho que focar em mim e na Dolores, porque somos nós duas no mundo pra darmos um jeito na nossa vida. A Dolly infelizmente não ajuda de maneira muito prática, porque não tem como, mas ela tem o papel dela, e cumpre muito bem. Sem ela seria muito mais dificil. É bom ter aquela magricela olhudinha de olhinhos de jabuticaba pra abraçar quando eu chego em casa...

19 maio 2009

Minha saúde está ruim, sinceramente. Eu não cuido muito da minha saúde pra falar a verdade, e eu fico meio apavorada com isso as vezes. Tenho medo de ficar doente, porque se eu ficar doente não tenho pai nem mãe pra cuidar de mim, e nem qualquer outra pessoa. Eu tenho medo de verdade.
Não sei se tenho muitas alternativas quanto a esses problemas, mas eu não costumo ficar tão encanada, mas as vezes... Todo mundo sempre fala coisas do tipo: você tem que correr atrás, você tem que fazer isso ou aquilo, mas nem sempre é tão fácil. Tudo tem estado muito mais dificil agora, de muitas maneiras que eu não compreendo, e acho que está chegando um ponto onde eu infelizmente não vou poder mais controlar minha vida. E ai não vou saber o que fazer.
Eu queria cuidar pra sempre da Dolores e dos meus bichos, que dependem de mim, mas em algum ponto dessa longa estrada da vida estou vendo que vou perder o controle de tudo, e não sei o que fazer.
Enquanto isso vou seguindo em frente, né. Porque só tem em frente pra seguir. Não tem nenhuma outra direção.

18 maio 2009

Ando meio encanada com meu trampo... Sei lá, tantas coisas... As vezes trabalhar legal, ser direito, ser correto, não é bom. Num dá o que pensar esse tipo de coisa?
O trabalho me super estressa e ainda me deixa ocasionalmente insatisfeita. Eu trampo demais pra ganhar tão mal. Não adianta né? Em serviço público as pessoas não reconhecem o esforço de alguns.
Mudando de assunto, as vezes me pego meio irritada com algumas pessoas. Eu tenho inveja da familia alheia, juro. Não é que eu queira ter uma familia. Primeiro porque sei lá. Depois de tanto tempo sozinha, provavelmente eu não ficaria legal com alguem colado em mim. Mas as vezes, na solidão de ter que tomar decisões, eu sinto que ter uma familia pra compartilhar os problemas pode ser muito legal. E não quero dizer marido não. Quero dizer familia num sentido muito amplo, que engloba irmãos, amigos, gente próxima. Eu não tenho isso. Não tenho nignuem próximo de verdade, e os mais próximos sei lá. Nem sei onde anda a cabeça deles. Eu já passei por essa época deles. Eles não podem me ajudar.
Alguma pessoas podem achar que tô falando de grana, mas não. Tem coisas bem mais importantes, com certeza.
Tem pessoas que tem isso, e vivem reclamando, de mau humor, descontando. Eu sei bem o que é ser triste. Mas uma coisa eu não sei. Eu não sei o que é ser triste atoa. Ver as pessoa agirem como se estivessem carregando o mundo nas costas, quando ainda tem pelo menos um seio familiar onde se refugiar me estressa. Tenho raiva disso as vezes.

16 maio 2009











GOOD FELLAS
















Ontem teve show do Sepultura aqui em Jaú. Com Angra abrindo pra eles. Um saco Angra né? Mas... aturei. Sabe que eu que tava desanimada pra ir, no final das contas até que ghostei? Eu curto clima de show e tals. Passei boa parte da minha vida social ativa em porta de show, pequeno, médio e grande! Tenho técnicas ninjas pra entrar, sair de briga, atravessar muvuca e sobreviver as rodas! Bom, pelo menos eu tinha, mas ontem não foi diferente...

O Sepultura continua em forma na minha opinião! Aquele negão é do caralho mesmo. Simpatico, grande e canta muito. O baterista que tá no lugar do Igor não deixou nada a desejar mesmo! O cara é bom! Prestei bastante atenção nele.

Foi um show bastante simpático, sem brigas, pouquissima confusão e grandes reencontros!
Encontrei um monte de gente que não via a anos! E quando eu falo anos, quero dizer anos e anos mesmo! Troquei idéia sobre som, coisa que eu faço pouco hoje em dia, pela simples falta de alguém que entenda do assunto, mas ontem consegui!

Na verdade passei mais tempo olhando em volta do que olhando pro palco, porque passei 80% do show perdida de todo mundo, e achando outras pessoas que eu não via a décadas!
Olha só os exemplos: Boi, Zazá, Rodolfo, Alan, Marquinhos, Marcos "o cara mais bonito de jaú", Lemão, Bebe, Careca, Vinicius da Horta, Jean, entre muitos outros mesmo!!!
Sinal que eu não sou tão antisocial assim. Legal encontrar gente da antiga com um som bom rolando ao fundo... rs
Tenho que dar destaque pra Rubiz e namoradinha que em alguns momentos chamaram mais atenção do que o show. A criançada nem acredita!!!

Mudando de assunto, depois que acabou o show e eu, a Rubiz, a Yete, a Thais, e mais dois figuras que eu ainda não sei o nome saímos e fomos comer pastel, cheguei em casa por volta das 5 da manhã. O pedreiro chegou aqui umas 8. Eu tô detonada mesmo! Tô indo pra cama de novo!

Perai. Vou colocar umas fotos do show de ontem aqui. A maioria não é minha, roubei de albuns alheios. Meu cel tava no osso ontem!





03 maio 2009

Olha que incrivel! O Alexandre me ligou lá da Inglaterra! Foi tudo de bom! Ficvamos mais de uma hora conversando no telefone! Quase fritei minha orelha... Relembramos velhos tempos, fiquei sabendo das novidades da vida dele, ele ficou sabendo da minha... Foi super super super sensacional!

Muitas saudades mesmo... Não sei se um dia a gente vai voltar a se ver, mas é como se não existisse distancia alguma...

Um anjinho esse menino...


20 abril 2009


Eu amo fadas. E eu acredito em fadas! Num é tipo: acredito... É assim? EU ACREDITO MESMO!!! As fadas são seres sensacionais e lindinhas!

Tudo bem, nem todo mundo precisa acreditar nelas. Aliás, é até compreensivel que muitas pessoas não acreditem, que a maioria das pessoas não acreditem, mas eu queria entender como é que as pessoas acreditam em coisas bizarras e surreais e não nas fadas. Se você acredita que um barbudo foi morto e resussitou três dias depois, ou que ele veio das estrelas, ou sei lá mais o que, qual a dificuldade em acreditar em fadas?

Mas tudo bem...
O lesbianismo visto pelo cristianismo deve ser assim. Olha que Ilustração bizarra...

15 abril 2009

Pô... Franja dá um trabalho....

11 abril 2009

Eu tive inveja quando era quase criança, de ver as coisas simples que as pessoas normais faziam e eu não podia. Nunca pude. Nunca soube porque. Nunca adivinhei porque as coisas normais do dia a dia dos homens resvalavam em mim. As coisas que davam a felicidade simples não me alcançaram naquela época, e até hoje ainda não sei dizer. Eu não tive aquelas coisas.
Quando eu ouço as experiências alheias de infâncias boas e simples, percebo que as minhas não são contáveis. Os meus sentimentos estranhos não serviam de exemplo de vida feliz, porque eu não tive parâmetro de vida feliz. O que eu tive me distanciou de tudo o que poderia ser considerado felicidade, ou alegria, ou sorriso despreocupado.
Eu nunca soube o porque.
Engraçado que a infância deixe essas marcas na gente. Essas que não saem nunca mais. Não são laváveis, curáveis, não podem ser deletadas. Mas elas podem bem ser escondidas.
Quando vejo os horrores que os seres humanos são capazes, penso logo no caminho tortuoso que levou até ali. Deve ter tido um caminho. Uma estrada torta. Estrada estranha. Estrada e estranha são palavras que combinam.
O que pode ter levado cada um a chegar no ponto de ser considerado um animal, uma besta? A estrada estranha de cada um não serve de desculpa. Não deve ser comentada nessas horas. O ser humano tem que se adaptar. A gente tem que aprender a superar e a conviver.
Temos que aprender a esconder essas marcas que doem a vida toda. O tempo não apaga nem melhora. Só aprofunda. Faz doer mais.

10 abril 2009

Tenho pesadelos pesadelos pesadelos toda noite... Todo dia aquilo na minha cabeça incomodando. As lembranças da noite. Minha mãe quase sempre vem a noite. Pesadelos são sempre horriveis, mesmo que sejam idiotas. Os meus são horriveis e idiotas sempre. Rovotril neles.

01 abril 2009



EU TENHO BOCHECHAS DE QUEM ME QUER??????






30 março 2009

Preciso criar um blog novo. Já me enchi desse. Apesar de que quase não escrevo mais nada.
Tô gripada, cheia de gatos, minha aranha Luiza morreu.
Trampo mais do que nunca e ganho o mesmo que sempre. Isso já desanima né? Não tenho família. Parei totalmente com as drogas. Com isso os amigos se foram. Nada demais. Eu não sou social mesmo. Eu curto ficar sozinha. Mas de certa maneira tanta solidão faz minha cabeça ficar estranha.
Num tenho vontade de sair daqui nem de ir pra lugar nenhum...
Não me sinto triste nem feliz.
Agora só durmo em todos os espaços de tempo que posso. Durmo e sonho. Sonho, sonho com coisas horriveis. Um mundo louco, aterrorizante. Mas tem horas que sonho coisas boas. São sonhos, nunca vão acontecer. São coisas tão boas que se acontecessem eu não saberia aproveitar. Ia estragar. Ia me afastar. Eu teria muito medo. Muito mais do que tenho dos sonhos.

28 fevereiro 2009

Eu sei que eu tô sumida, mas podem acreditar, não tem nada de bom acontecendo, e devido as ultimas reformas gramaticais, eu não sei nem mais como escrever no meu idioma!!!

18 janeiro 2009


Olha ela ai. Com alguns meses de atraso, a foto da Luiza!

12 janeiro 2009

Deve ter uma forma de existência mais prazerosa. Não é mesmo possível que a vida seja só isso, mas se a vida for só isso mesmo, então estamos todos fodidos. Ou melhor, todos não. Só eu e mais alguns insatisfeitos.

É chato pensar que não existe nada de mágico no mundo, exceto talvez, Deus. Ele, porém, não deve estar muito a fim de mostrar toda essa magia, no caso dela existir, pra seres tão absurdamente bisonhos como nós. Esse é um grande problema. Eu acho que o ser humano foi uma mutação genética que saiu errada, e do nada começamos a pensar, coisa que nunca deveríamos ter feito. A gente ainda deveria estar um cheirando o rabo do outro pra socializar, e não pensando em relacionamentos, noivados, casamentos, chefes e empregos e ter computador, carro, casa, roupa de marca, sapatos de couro, tênis Nike. A gente deveria correr em bando, estar na matilha, num rebanho, ou sei lá o que um bando de gente junta é. Acho que é bando mesmo. Grupo de humanos. Bando de humanos. Enfim...

É uma puta injustiça que na infância as pessoas enfiem pela nossa goela historinhas sensacionais de bruxas e princesinhas, maçãs envenenadas, e sapos que virem príncipes, pra sofrermos a decepção de ver que o mundo é só isso aqui. Repartição pública e papelada. As preocupações dos pequeno-burgueses. As preocupações reais do dia a dia, se tem água na obra, se o dinheiro dá para os tijolos, se a cadeira que a gente senta é confortável. É só isso que a vida é. Um conjunto de realidades insustentáveis pra alguém que tem uma imaginação como a minha. E quanto mais eu escrevo contando a maneira que eu acho que o mundo deveria ser na minha opinião, ou como eu gostaria que fosse, ou como eu entendo que é, mais frustrada eu fico de ver que é só isso ai mesmo, é só isso...

As pessoas não costumam ter muitas ilusões a respeito da vida, eu mesma nunca tive muitas, mas em algum plano da nossa consciência, claro que desejamos sempre o melhor, desejamos mais. Queremos que as coisas incríveis sejam críveis de verdade. Que as coisas mais sensacionais aconteçam pra gente. Que as fadas apareçam voando sobre as nossas cabeças e que a gente consiga entrar em contato com toda a magia que o mundo deveria ter.

Ora bolas, eu sou uma pessoas que acredita de verdade em fadas. Eu acredito nos elementais da natureza. Eu acredito em coisas sensacionais, e o pior de tudo, eu acredito realmente que sou uma escolhida por Deus. E escolhida a dedo pra falar a verdade. É uma história bem comprida, mas se um dia eu tiver paciência, eu conto aqui. Conto as coisas mais incríveis que me aconteceram. As coisas que me fizeram acreditar em tudo, quando eu não acreditava em nada! A vida pode realmente ser incrível às vezes... Mas o ser humano nunca está satisfeito, e eu como humana que sou também não... Mesmo toda a mágica que me aconteceu, foi pouca pra mim... Como eu sou estranha...

Como diz a Luzia, nós estamos num circo sem cobertura...

25 dezembro 2008

18 dezembro 2008

29 novembro 2008

Eu odeio umidade.
Adoro ficar molhada, no chuveiro, adoro agua. Mas tem uma hora entre o sair do banho e se secar totalmente em que é absolutamente torturante existir. É aquela hora em que ainda não se está totalmente seco. A gente sente umidade no corpo. É um momento torturante da existência, com toda certeza.
A pele deveria deslizar. Não como se tivesse gel nela, mas como se estivesse coberta de pó. Como talco. Seca.
O problema das pessoas, e meu também, claro, porque eu sou uma pessoa, é que a gente é umido demais. Quantos por cento do nosso corpo é feito de água? Vários, eu creio. 80% talvez? É muita água, com certeza. A sorte é que a maior parte dessa água fica por dentro da pele, e pra minha sorte só preciso mesmo que me preocupar com as partes secas que ficam de fora. Por dentro todo mundo já sabe como é.
Não é estranho pensar que a gente veio de dentro de um corpo? Vagando numa bolha de tecidos e liquido nogento? A gente viu como é lá dentro. No nosso arquivo interno tem um video com isso tudo. Com tudo o que a gente viu por dentro de um corpo. Mas estando dentro de um liquido espesso, a gente poderia enxergar alguma coisa? Imagino que quando se está dentro de um corpo, toda essa umidade quente deve ser agradável e confortante, mas e depois? Será que demora pra se acostumar a se estar seco dentro de quilos de tecidos e lãs incomodando, pinicando, invadindo... Quanto tempo demora pra se desacostumar totalmente com umidade?
tem pessoas que são mais úmidas que as outras. As bactérias se desenvolvem na umidade. os fungos... Será que essas pessoas tem mais bactérias e fungos? Tem partes das pessoas que eu tento evitar tocar, e tem ocasiões em que eu tento não tocar em nada, assim como nos momentos em que estou desesperada pra me livrar da água do banho e me secar totalmente. Eu tento não encostar em nada. É meio desesperador pra falar a verdade.
Quer saber? Eu preciso mesmo é ir dormir. A obra começa amanhã... Tomara que eu aguente...

25 novembro 2008

Praquela lah!

A coisa que eu mais lembro da doença da minha mãe, é um dia em que eu cheguei do Rio, da saga da venda do apartamento, e ela estava sentada na beirinha da cadeira me esperando, antes das 7 da manhã. Eu vi que ela já tinha morrido ali. Ela tinha perdido todos os quilos possíveis naquele espaço de tempo. Ela ficou velha pra mim ali. Ficou morta pra mim ali. Tão frágil minha mãezinha que sempre tinha sido tão, tão forte... A mãe que me apavorou a vida toda. Que me dominou, e me maltratou de todo jeito, mas que eu gostava tanto, porque era só eu e ela. Nem minha irmã esteve junto naqueles anos todos, porque ela e minha mãe tiveram uma história delas mesmas onde eu não pude entrar... Eu não queria de jeito nenhum ver ela daquela maneira, nunca. Minha mãe me ensinou uma coisa que se eu não tivesse aprendido com ela naquela época, estaria aprendendo agora, de uma maneira muito diferente.
Eu sou forte. Muito. Eu vivo com medo sim, mas não o medo das pessoas comuns. Meus medos, nas pessoas comuns, seriam devastadores. Eu os enfrento todo dia, com as bençãos da minha mãe, que me apavorou a vida inteira. As coisas que eu agüentei ao longo da vida, me provaram que ela foi a professora mais certa pra mim, pra me dar suporte pra tudo o que estaria por vir. Eu sempre quase morro... Eu quase morri várias vezes, de várias maneiras. Algumas por idiotice, outras por vontade, e outras porque às vezes a vida mata a gente.
Se ela estivesse viva, eu não saberia enfrentar nada a não ser a ela mesma. Ela tinha que morrer. Era hora dela e a minha. Eu não tive paciência suficiente sabe. Isso me assombra às vezes. Não dá pra evitar.
Na hora em que se perde uma pessoa, a tristeza é tão grande. A solidão, e disso eu entendo muito bem, é tão assombrosa! Eu gosto de usar palavras assim: assombrosa, assustadora! Porque tudo no mundo é assim pra mim! Quando as pessoas nos deixam, a solidão é tão assustadora, que nos impede de pensar com clareza. Eu gosto de chorar pelas pessoas que eu perdi. Não agora. Gostei de chorar por cada uma delas, pelo que elas me deixaram. Ainda que algumas dessas pessoas sejam grandes poços de mediocridade, elas sempre deixam algo bom. Deixaram.
Eu não acredito que ainda estou viva sabe. Isso é uma coisa totalmente fora do que eu esperava pra mim mesma. Era assim que eu era quando criança. Eu sonhava em ser igualzinha a Christiane F... Acho que eu consegui... Era um sonho torto, mas era uma vida torta também. Acho que eu era meio Sybill. Era várias pessoas em uma só. E ainda é assim que é. Eu tenho tentado de todo jeito entender. Tentar entender é uma coisa que vai estar sempre comigo, e vai ser sempre uma parte de mim.
Eu tenho que admitir. Eu sou muito diferente das pessoas, e ainda que eu tente passar despercebida, tente imitar, estar no mesmo level, nunca vai acontecer. Estar sozinha é sim a resposta pra tudo. Sabe de uma coisa? Eu faço coisas, digo coisas, penso e sinto coisas, que os cidadãos “normais”, não teriam nem coragem de cogitar.
Sabe de outra coisa? Isso deve ser motivo de inveja pra todos eles...
Eu sou crente. Deus sou eu. Eu sou o meu próprio messias, que me sacrifiquei pra tirar os meus pecados do mundo, mas eu não acredito em pecados. Então, o messias aqui ficou sem serviço. Quando vc falou em Deus, eu me assustei, porque algumas pessoas não têm muita coragem de falar de Deus assim, e eu tô cansada de rebeldia gratuita adolescente. Eu fiquei feliz. Ter fé mudou tudo pra mim.
Tô sempre falando que faria tudo de novo. Faria mesmo. Disso eu não tenho medo. De ter passado tudo o que passei, e que me tornaram o que eu sou hoje. Eu sou o orgulho de Deus, eu acho, porque dou ao meu cérebro a utilidade que ele sempre teve. Eu uso minha cabeça pra duvidar e pra pensar, e eu acho que quando Ele olha pra mim lá de cima, ele diz: A Eric entendeu o que eu quis quando fiz aqueles cérebros! Mas eu acho que ele pensa isso de poucos. Mas ainda bem que eu estou perto de alguns desses poucos. Eu acredito de verdade que Ele pensa o mesmo de vc, e quando nós estamos juntas, Ele deve dar boas risadas de satisfação da gente. Ele lê meu blog, e lê o seu tb!!! rs*
Tem coisas que eu entendo bem. Ainda bem.

Eric

24 novembro 2008

A minha cabeça, eu tenho que dizer, é privilegiada. Pelo menos eu acho. Tirando as milhares de coisas que eu não entendo, as que eu consigo entender entendo profundamente, de uma maneira até mesmo assustadora para os menos preparados. Entender as pessoas é difícil, ou até mesmo, quase impossível, mas quando se consegue chegar ao fundo da compreensão da mente de uma pessoa, é assustador. De verdade.
Ocasionalmente consigo entender algumas pessoas, ma as mais simples, as que funcionam por conta própria, como se estivessem soltas no mundo, sem profundidade, sem a prisão dos pensamentos, essas me são totalmente estranhas. Parece que quanto mais simples as mentes, mais complexas elas são.
Talvez seja assim mesmo que tenha que ser. A simplicidade deve ser o fim da linha, e não o meio. Alcançar paz de espírito, que deve ser mais importante que salário, casamento, felicidade e vida, deve ser o fim do caminho que chega a simplicidade. O não pensar, o não perceber. Quanto mais se percebe do mundo, menos paz se tem.
A minha mkente trabalha contra mim. Totalmente contra mim. Quando eu espero que as coisas se acertem e comecem a funcionar normalmente, ela se torce. É como se ela se alargasse e ficasse fina. Se esticasse toda, e tudo ficasse estranho. Mais estranho do que já é. Eu sinto as coisas de um jeito diferente. Apavorante. Totalmente assustador, como se de repente eu fosse jogada pra outro mundo, e tudo pudesse acontecer lá. Isso acontece de várias maneiras. As vezes ataques de pânico, as vezes crises horríveis de depressão, mas na maioria das vezes minha percepção de tudo fica estranha e alterada. Como se já não fosse uma coisa horrível sentir medo o dia todo, todos os dias. Depois que se tem a primeira crise de pânico, elas não te deixam nunca mais, ou pelo menos, nunca me deixaram. Estão lá, escondidas, como se estivessem observando por uma fresta, e quando eu finalmente abaixo a guarda, pronto, elas vem atrás de mim e me consomem. As pessoas não imaginam o que deixam pra trás quando saem daqui e me deixam sozinha. Mas eu agüento. Sempre agüento. Eu enfrento meus medos.
A maioria das pessoas não entende nada disso. Não importa o quanto sejam esclarecidas ou inteligentes, elas não conseguem alcançar o que passa na cabeça dos outros. A variedade, o monte de sentimentos estranhos que passam pela cabeça de cada um. Vontades, desejos, e as coisas secretas, que ficam escondidas no fundo, mas que existem lá, naquele plano que a gente tenta ignorar. Os medos, a angústia particular inside. Infelizmente a maioria só enxerga o que se passa dentro delas próprias, sem se interessar no conjunto de tudo o que vivemos a cada dia. As pessoas só olham pra uma direção, e perdem todo o resto à volta delas. Vai saber? Vai ver que é assim que as coisas devem ser. Mesmo!
Acho que todo mundo no mundo quer achar uma alma gêmea. Geralmente esse desejo se traduz num grande amor. Mas achar uma pessoa que entenda a outra, que queira as mesmas coisas, seja em que plano de relacionamento for, já é achar um grande amor. Na maioria das pessoas, esse grande amor é um grande amor romântico, e vou dizer uma coisa. Não há nada mais chato do que um amor romântico quando não se está envolvido nele, e geralmente eu não estou envolvida nele!! Mas eu sempre me confundo. Eu não tive grandes amores. Nunca, nunca!! O único que conto como um grande amor, foi o primeiro da infância, quando ele ainda era o que ele era antes de ser o que é hoje, essa pessoa estranha. Antes, no passado distante da juventude, ele era uma pessoa viciada e incrivelmente triste, devastada. Inteligente e vazia ao mesmo tempo, e claro, totalmente parecida comigo. Foi meu grande amor! Meu grande amor foi uma pessoa como eu, incrivelmente parecida comigo, mas com mais força! Eu estava buscando a mim mesma!
Os outros foram os pequenos amores... Os que eu tentei amar de todo jeito pra não me sentir tão sozinha, pra sentir que tinha alguem comigo, pra achar que podia ser normal que nem todas as outras pessoas, porque elas viam que tinha alguma coisa errada comigo, mas eu mesma nunca consegui chegar lá... Não consigo sentir aquilo tudo, e fico mentindo pra mim, e mentindo pros outros. Fico tentando disfarçar, e no final, não consigo devolver o que me dão. No final, eu queria que as pessoas morressem e desaparecessem, e me deixassem em paz sozinha.
Existe uma explicação altamente lógica pra eu não gostar de ter nenhum tipo de contato com pessoas do passado, tirando algumas pouquíssimas. Eu não gosto de lembrar dessas fases de imitação e desespero, e tentativas frustradas de aparentar uma normalidade que não existe em mim, pelo menos, não nesse ponto.
Eu nunca me sinto a vontade. Estou sempre me sentindo como se estivesse em frente a uma platéia gigante que está me analisando e me julgando, me olhando, até mesmo quando estou sozinha, apesar de que nessas situações melhora um pouco. É como se eu nunca estivesse totalmente sozinha. Nunca, nunca.
As pessoas buscam no grande amor a intimidade de se sentirem a vontade mesmo quando estão junto de uma pessoa. Eu não consigo entender isso! Sempre que estou do lado de alguém, morando com alguém, seja lá quem for, família, amigos, namorado, namorada, é como se aquela platéia estivesse em volta. Eu fico o tempo todo fingindo. Sempre fingindo que gosto de contato e convivência, como se tudo isso fosse a coisa mais normal do mundo. Mas pra mim não é.
Eu até entendo essa busca por intimidade, na realidade. É duro ser sozinho, mas não esse desespero de ter alguém do lado 24 horas por dia! As pessoas buscam isso, fazem de tudo!
Quando eu era pequena e meu pai foi embora, eu me senti triste, e chorei, e todo aquele stress, apenas pra descobrir em pouco tempo que com a ida dele, o vazio da presença deixava mais espaço pra mim mesma! Outra Andréa, outras Andréas, outras coisas e outras vivências, e eu entendi que quando as pessoas vão embora, elas deixam espaços pra trás. Nesses espaços, eu tento me sentir a vontade. Eu os preencho, quase não sinto falta das pessoas que foram.
Todo mundo costuma me dizer o quanto eu fui heróica e desprendida durante a doença da minha mãe e sua morte. A verdade? Foi um grande alívio. Não por nada. Eu gostava dela, mas não o suficiente pra passar o resto da minha frágil e curta vida ao lado dela. A solidão é sempre a resposta.
Eu não quero ter que ver as pessoas, ou falar com elas sempre. Eu gostaria de poder só observar. Só observar um pouco as pessoas que eu gosto, e entender como é que elas vivem desse jeito, com pessoas em volta e toques, e doces angustias diárias, desligadas do grande mundo em volta, em busca do grande amor. Sempre tentando, sem desistir nunca, por mais que digam que desistiram. Eu queria tanto entender porque comigo as coisas são tão diferentes! Não queria mudar não. Nada! Eu só queria compreender onde as coisas ficaram confusas comigo. Onde eu perdi o prazer de estar do lado das pessoas, apesar de achar que sempre foi assim... Onde eu perdi o interesse no comum, no cotidiano, apesar de poder jurar que nunca me interessei mesmo por nada. Tudo, e nada no mundo me chamam a atenção. Tudo de uma maneira dolorida, cada pessoa e cada cachorro, e cada célula, e nada de ninguém, as vezes nem de mim mesma...
Mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, mania, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, depressão, , mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, mania, depressão, depressão, depressão!
SOBRE O SEXO
Eu não gosto de sexo. Na verdade nunca gostei. Não gostei nem mesmo nos melhores momentos, ou quando deram tudo de si por mim. Quando eu comecei foi pela experiência inesperada de ter tanto contato com alguém estranho, e desde o início a curiosidade levou a melhor, e eu percebi também que o sexo poderia ser uma boa moeda de troca.
Eu não acho errado fazer sexo. Só acho incrivelmente chato e não entendo que as pessoas gostem tanto!!
Se eu não posso ganhar o troféu de Deusa do Sexo, a de melhor atriz com certeza eu ganho. Não posso dizer que a culpa é dos parceiros, pois na maioria, eles bem que se esforçavam. Esforçavam-se muito até! Com o tempo aprendi a distinguir os melhores dos piores, mas sinceramente, não foi nunca uma questão de o parceiro ser bom ou mau. Sempre foi o fato de eu não achar graça em nada disso.
Ninguém pode dizer que eu não tenho coração. É que ele não bate da maneira como o da maioria!
Ao fingir que amava a incompreensível arte de fazer sexo, era apenas pra agradar o par. Não custa nada fazer as pessoas felizes. Eu de fato posso dizer que fiz várias, pelo menos nas ocasiões em que estava disposta a atuar.
Quanto ao ato em si, é uma grande violência. Totalmente desgusting! Tantos fluidos e bocas e situações nojentas! É uma grande humilhação que a raça humana precise se aliviar dessa maneira horrível. O ato sexual é a vitória dos instintos primitivos sobre o intelecto, mas claro, essa é a MINHA opinião...
Isso não significa que eu tenha odiado todas as vezes. De fato me diverti em algumas e posso dizer que gostei de outras, mas não sei dizer se gostei da maneira apropriada ou não. Quando gostei, não foi pelo lindo sentimento envolvido no ato, ou pelas ondas de prazer que me tomaram no momento, ou pelo gozo que nunca chegou.
É que a mecânica de tudo isso é totalmente fascinante! O início, a troca, a técnica, o ato, e depois, a felicidade estampada. As reações finais são ótimas também! A parte boa do sexo é que estar tão perto de uma pessoa nessa hora torna possível a observação in loco! Se não fosse por isso, por esses momentos mágicos de observação, seria impossível alcançar a perfeição na imitação.
Não por maldade, sério mesmo. Aqui tenho que fazer um mea culpa... Eu fingi todas, todas as vezes, mas com a melhor das intenções... Não se trata de ser bem comida, ou não ser. Trata-se de eu não gostar do ato. E todas as vezes em que cheguei a achar que poderia mesmo suportar, tinham outras coisas envolvidas ali. Não sentimento, nem toque, ou química. Era outra coisa.
Eu sinto demais. Ninguém pode me chamar de insensível. Não tenho problemas em sentir coisas. Muito pelo contrário! Gosto de situações bizarras onde eu possa sentir, acompanhar e entender os sentimentos das pessoas. Me colocar no lugar delas até me sentir como elas, sentir o que elas sentem.
Eu sou depressiva desde que me entendo por gente. Acredito que depressão também pode ser traduzida como “sentimentos a flor da pele”. Viver é uma grande agressão pra mim, pois envolve uma loucura de sentimentos gigantescos, e tristezas sobrenaturais e sem fim, não apenas minhas, mas de todas as pessoas à volta, e eu trago isso tudo que é dos outros pra casa, pra minha solidão, pra poder sentir isso aqui, sozinha, e viver um pouco aquelas coisas. Louco não? Tirando alguns momentos em que sofrer se torna insustentável, na maioria do tempo creio que aprendi a disfarçar muito bem o que sinto, ou quase... Acho que posso aparentar frieza frente a quase qualquer situação, mas se alguém quiser saber um segredo, nessas horas, eu abro muito os olhos. É como um registro numa fonte. É possível diminuir o fluxo, fechar, deixar correr. É totalmente possível se enquadrar.
Eu sofro com as dores alheias, as levo comigo, guardo no fundo, junto com as minhas. Misturo, recrio, observo, e posso sentir junto das pessoas a dor que elas sentem, quase tão bem quanto sinto as minhas. E eu sinto! Eu sinto cada coisa, e mudança e penso, e quanto mais eu penso, mais eu sinto, e parece que menos entendo o sentimento...
Isso me leva de volta ao sexo. Não é que eu não sinto nada. É que eu sinto errado. O que eu sinto não é bom. É quase como tomar um remédio amargo. É ruim, mas se não tiver outra alternativa eu posso agüentar.

17 novembro 2008

Eu não posso crer que escrevi mais de uma hora e essa merda simplesmente se apagou!!!

09 novembro 2008

Finalmente a semana acabou. Final de mandato é muito estressante no serviço público, mas eu não posso nem devo reclamar. Mais pra frente vou fazer comentários mais contundentes sobre pessoas que ficam a meu lado no trampo.
Hoje acordei cedo e fui numa loja d materiais de construção ver preço de pisos e janelas. A febre da reforma tomou conta de mim agora. Por quanto tempo? É preciso ter paciência pra fazer essas coisas, e minha atenção é desviada logo...
Tá passando o dia do chacal e eu vou lá assistir, ou pelo menos tentar...
O GRANDE DIA CHEGOU!!!!
FINALMENTE O RECONHECIMENTO!!!!

shantall diz:
digamos que eu podia ser melhor
mas se eu fosse melhor eu naum seria eu, eu seria vc
uhauhauhauhuah
auhauhuah

02 novembro 2008

Consegui a façanha sensacional de dormir aproximadamente 18 horas, com apenas um intervalo na madrugada de ontem pra hoje!! Demais mesmo!! Em compensação, fiquei praticamente aleijada desde a hora em qua acordei, por volta das 4 da tarde, toda dura e com dor nas costas de tanto ficar deitada. Estou decidida a investir num colchão decente com o meu acerto. Essa grande idiotice, dedormir 18 horas, me fez ficar acordada até essas horas, e já varri, lavei roupa, lavei toda a louça de uma semana que estava em cima da pia, ainda com a jarra cheia de limões da caipirinha do Molan... Bom, só num arranquei nada de detro dos armários porque se eu além de tudo ainda tivesse uma crise alérgica seria o fim!

Ah, falando em sono vou postar um negócio aqui que eu achei em outro blog! uhauhahua Tem muito a ver comigo, porque tem dias no trampo em que eu simplesmente queria me enfiar debaixo da mesa, apoiar a cabeça no no break do meu computador e ter lindos sonhos... Lindos, lindos sonhos...
*****


Confira as dicas de como dormir no trabalho contidas nas imagens e imagine a cena.

Imagem 1 - O Truque dos Cadarços Desamarrados: No escritório, coloque a cabeça na mesa, a cadeira ligeiramente para trás, estique os braços e em cada mão agarre uma ponta do cadarço. O chefe irá pensar que você está amarrando os sapatos, mesmo que o procedimento dure cerca de duas horinhas.

Imagem 2 - Problemas Intestinais: Uma boa forma de tirar uma pestana no ambiente do trabalho é usar o banheiro. Mas nem sempre nos ensinam boas técnicas para isso. Essa consiste em um detalhado processo de posicionamento corporal, para sua segurança e conforto. Posicione um rolo de papel higiênico em cima da descarga para evitar torcicolos e coloque uma perna na porta, para evitar visitas inesperadas.

Imagem 3 - Sono Baixo: Uma boa dica para quem possui mesas grandes é dormir embaixo delas. Não requer muito trabalho ou experiência. Mas você deve ter certos cuidados: Tape a visão panorâmica da sua mesa, deixe seu casaco no encosto da cadeira para auxiliar nesse quesito; não se movimento muito, para não ocasionar ruídos em outros cubículos; e traga uma almofada/travesseiro de casa, para melhor aproveitamento.

Imagem 4 - Concentração Extrema: Uma das mais simples, e mais efetivas, formas de dormir no trabalho. Imprima algumas folhas importantes e junte-as em uma pilha na sua frente. Com uma mão tape seus olhos, deixando apenas o espaço para ver o conteúdo das folhas e com a outra as segure. Importante: Troque de folha a cada 15~20 minutos.
*****
Voltando...

Acordei, me vesti, e fui no sol até a casa d Rubizzz, que aliás, é do outro lado da cidade, literalmente! Ficamos um tempo lá vendo tv, até o DG ligar e dizer que estava vindo pra minha casa, e corrigir a rota e ir até lá na casa da Rubizz. Ele e o Renatinho como sempre. Fizemos um programa familiar do tipo: esfihas do liban, Sol shot, e truco, até umas certas horas. Nem sinal de ataque de pânico por enquanto, o que eu considero uma boa coisa!

Tinha combinado algo com o Daniel Papel, mas não lembro o que, e de qualquer maneira, não deu certo, porque a gente nem se falou hoje.

Sabe quando tem alguma tensão estranha no ar? Tem alguma coisa estranha acontecendo por aqui, tipo, entre a Rubiz, o DG, o Renato e eu, tipo como se alguem quisesse falar alguma coisa e não falasse, as que todo mundo sente que ela deveria falar logo. Talvez essa pessoa seja eu... Tô meio sem paciência, de mau humor, com raiva, totalmente sem paciência mesmo, e sem saco, e sem vontade de aturar nada que me deixe irritaqda, como por exemplo: PESSOAS QUE FALAM ALTO DEMAIS E SÓ ABREM A BOCA PRA FALAR SANDICES SEM SENTIDO!!!!! Mais ou menos o que eu tava falando sobre ter pessoas pra poder filosofar e não ter que ouvir sobre todas as fitas de droga da cidade intira, desde os conhecidos mais próximos até os desconhecidos mais distantes... é um saco isso!

Eu sou um bicho do mato mesmo! As vezes eu trato as pessoas mal... Mas elas não precisam aturar isso!! Porque é que elas aturam heim? Porque não me mandam ir tomar no cu pra que eu me sinta ultrajada e não somem? Ou então não me batem, ou então não me beijam??? Porque é que elas não azem alguma coisa diferente em vez de me deixarem fazer e dizer as coisas mais absurdas? E depois ainda reclamam que eu sou mimada...


*****

Pra quem acha que a Shiva não é a gata mais gata do espaço sideral, olha só que fofa, dada, simpática, e carinhosa!


01 novembro 2008

Ah é! Esqueci de falar! Minha mãe morreu a 9 anos atrás, nesse mesmo dia. =[
A semana foi bizarra. Foi ponto facultativo na segunda, e feriado na terça, o que significa que eu trabalhei, lógico. Fez um calor absolutamente insano, anormal e imoral, o que fez com que os três ultimos dias da semana, que deveriam passar bem rápido, se arrastassem, e durassem aproximadamente 6 dias...
Porém... Coisas boas também aconteceram. Por exemplo: Assinei os papéis para mudar de cargo, e fiquei feliz com isso, pois significa que vou ganhar um pouquinho mais. Pouquinho mesmo, mas mesmo assim é uma vitória. No entanto o trabalho que eu vou fazer é o mesmo, o que também significa que eu estou numa barreira profissional, não que ser funcionária pública seja profissão, mas até que é divertido as vezes, e ganho a vida fazendo isso.
Não gosto de trabalhar com público. Gosto de trabalhar trancada numa sala sozinha e sem ver ninguém, como se isso fosse possível... É um impasse! Eu não sei com o que eu gostaria de trabalhar. Mas deve ser uma coisa que eu possa fazer sozinha e trancada numa sala fresca e não muito iluminada. Meu chefe deve falar baixo, porque pra mim, cara que grita ta querendo dar a bunda e não tem coragem de falar isso aos quatro ventos, então fica histérico, enchendo o saco e berrando com as pessoas.
Um passo de cada vez. Por enquanto tô muitissimo feliz de saber que de alguma mneira minha situação trabalhista melhorou muito, graças apenas ao meu esforço, e a tudo o que eu mostrei!
Essa semana tive um ataque de pânico forte e rápido de madrugada, o que me deixou levemente apavorada. Num tinha isso a tempos, e sabe como é, a gente acha que nunca vai ter de novo, mas sempre acaba tendo. Num tinha ninguem pra ligar, nem ninguém no quarto ao lado pra eu acordar e segurar minha mão e me deixar menos apavorada. Nessas situações a primeira coisa que eu faço é me vistir. Fico pronta pra chamar a ambulância no caso de eu realmente ter um daqueles que me mandam pro hospital meio morta sem saber o motivo. Tenho um pânico secreto de ficar dias e dias morta em casa sem ninguém perceber, e com o tempo meus cachorros também morram de fome, e ai quando as pessoas realmente sentirem minha falta, ou porque eu já tô a dias sem aparecer no trabalho, ou meus "amigos" precisarem de alguma coisa que eu posso fazer por eles, eles me descubram meio podre, com fluidos secos em volta do meu corpo, e a Dolores mortinha de fome e tristeza ao meu lado.
Aliás, essa é minha mais nova paranóia. Meu tempo tá acabando. Eu tô morrendo. Eu não costumo ter dons divinatórios, mas tem gente que nunca teve e de repente tem, ué! E se essa sensação não for maluquice da minha cabeça? As coisas acontecem seguindo uma certa ordem, e vão acontecendo da maneira certinha que minha cabeça diz que vão acontecer, pra preparar tudo pro meu fim, que não deve demorar muito, talvez chegue no primeiro trimestre do ano que vem, no máximo no começo do segundo. Se eu estiver errada, talvez eu nem chegue até o ano que vem. Então, passo o tempo inteiro pensando: falta pouco agora, tenho que aproveitar. Mas a realidade é que não aproveito. Minha vida continua massante. Continua igual e entediante, com sonhos medíocres, desejos impossíveis, sonhos impossíveis e desejos medíocres e todas aquelas coisas de sempre, sempre e sempre...
*
Nessa semana eu e a Carmen fomos num velório do pai de um rapaz que trabalha com a gente, e pra virar lenda urbana de uma vez, o safado do Ademir, de propósito, levou a gente no velório errado! 0.o A Carmen como uma profissional do velório já meteu a mão no defunto e fez uma oração, sinal da cruz. Eu fiquei com aquela cara de velório mesmo, e logo na sequência ele nos levou pra outro velório numa sala ao lado, que era o certo, mas eu não sabia disso, claro! E já olhei pro morto achando que ele tava bem acabadinnho mesmo. Ainda bem que eu não falei isso pra ninguem, senão seria foda! Nos ultimos dois dias todo mundo vira pra gente e pergunta se vamos ou não vamos no velório do fulano ou do siclano, mas pra não errarmos o velório! Dei risada depois, mas na hora queria arrancar o defunto dali e enfiar o Ademir lá dentro, que morreu de dar risada da nossa cara o tempo todo!
Demorei semanas e semanas pra ler um livro do tipo simples que a Luzia me emprestou. Um livro insignificante em relação a tamanho, mas mesmo assim demorei horrores, mas quando me entusiasmei pelo livro de verdade, simplesmente acabei ele em meia hora... Agora tô sem um livro realmente interessante praler! =[ Não que esse que eu li seja a coisa mais interessante do mundo. Era O Diário de Bridget Jones, o que me alertou que eu tenho mais de 30 e que não tenho parceiro fixo, e que não vou casar e muito menos ter filhos. Não que eu quisesse, mesmo porque tenho pânico só de pensar em uma pessoa enfiada na minha casa. Teria que ser um verdadeiro amor daqueles da Cinderella, e infelizmente eu não acho que possa amar tanto alguém, porque eu prefiro gastar meu tempo pensando em coisas mais interessantes, como por exemplo, EU MESMA! =D
É que nem ter filho. Como é que eu posso imaginar em gastar grana comprando brinquedos pra um ser em vez de comprar brinquedos realmente interessantes pra mim mesma???????? Ocasionalmente algum cego idiota me pergunta quando vou casar, o que, olhando pra mim, qualquer animal perceberia ser impossivel isso acontecer, pelo menos por enquanto. Mas como solteiraq eu não deveria estar levando uma vida super emocionante e estimulante? Indo a lugares legais, com amigos intelectuais, que eu deveria ter! Eu deveria ter amigos legais e intelectuais com quem eu poderia conversar qquer tipo de coisa que passe pela minha cabeça. Só que eu encontro problemas nesse quesito... A maioria dos meus amigos não é assim tão intelectual, e os temas que eu acho realmente que deveria desenvolver, ficam em segundo lugar pros romances da internet, as menininhas do orkut, o preço da maconha, a dificuldade de se achar drogas, as atividades de todos os viciados de Jaú (como se eu, que penso em voltar a usar drogas pelo menos 57 vezes por dia e fio lutando o tempo todo pra não usar, precisasse saber disso), e os problemas amorosos de cada um! Os poucos que realmente poderiam ser muito interessantes são: intimidantes demais, casados com mulheres ou homens mediocres (que me dão nojo só de pensar e me fazem achar que todo ser humano realmente inteligente tem algum problema com sua inteligência emocional), estão presos em algum lugar distante de mim (o que impossibilita qualquer tentativa de proximidade e programas culturais divertidos), querem ficar falando sacanagem pela internet, o que sinceramente, num dá, porque só de pensar em bucetinha molhadinha e pau duro pingando de tesão, já faz meu estômago dar mil e uma voltas! Pô, num consigo nem apertar a mão da maioria das pessoas sem fazer aquela cara de quem tá chupando um limão e correr discretamente pra lavar! Será que as pessoas simplesmente não entendem nada????? Quando eu falo que não curto contato, já é pensando na economia de explicações posteriores, mas não adianta... ai, ai... As pessoas, de fato, não entendem nada mesmo....