15 junho 2006
11 junho 2006
Ela não tinha culpa, coitada... Filha de um "caixeiro-viajante", ou quase isso, que ja tinha sido dono de terras, e de uma dona de casa ligeiramente agressiva, que perderam tudo por causa da bebida, já viu como era a vida né? Eu não sei bem como alguem pode perder tudo o que tem bebendo, mas meu avô tanbto fez que perdeu, e eles viveram na penúria um bom tempo...
Historias como essa acontecem aos milhares, e sempre com os nossos pais. Eles nunca tinham sapato pra por no pé, amavam estudar mais do que amavam a própria vida, e escreviam até no papel de pão pra não faltar as aulas... Ah! E pais também são sempre os melhores alunos da sala, mesmo sem ter a moleza que nós temos na vida, com coisas bonitas que eles sempre nos deram, etc, etc, etc.... Se vc tiver um pingo de normalidade dentro de vc, alguma dessas máximas já entrou por um ouvido seu e saiu pelo outro, porque mães e pais são assim mesmo: sofredores e perfeitos....
Bem, mas tendo levado essa vida de total normalidade numa Manaus de quase 80 anos atras, a vida da minha mãe, por mais "da pá virada" que ela fosse, não podia sair tanto assim da normalidade. Temos que lembrar que naquela época, em que não existia internet, e a betty page era o máximo em matéria de feitiche, por mais doida que minha mãe fosse não dava pra sair tanto da normalidade como agora.
Mas eis que tudo muda, ela vem pra cidade grande, se forma, se casa, enfia suas expectativas num casamento que já masceu falido, e, tcharam!, tem duas filhas!!! Deveriamos supor que começou a levar uma vida normal então? Ou melhor, mais normal? Bem, nem tanto...
Dessa linda união saimos eu e minha irmã. E bem, na verdade, estou escrevendo isso tudo pra falar de mim mesma, então, vamos ao que interessa....
Imagine só. Ela, esposa, mãe, trabalhadora, violenta, de repente, se ve as voltas com uma criança, digamos, no mínimo, estranha.... Com manias estranhas, com vontades estranhas, timida demais, e extremamente antisocial! Claro que ela pirou coitada... Por essa nem ela esperava.
Muitas vezes na infância achei que se eu tivesse tentáculos as coisas seriam mais fáceis, mas tentáculos não caem do céu, então, com dois bracinhos mesmo, lá fui eu enfrentar um mundo estranho, hostil, entediante, e potencialmente violento, ainda mais com uma familia como essa....
Bem, nem falei de meu pai! Ele era só o cara que estava lá. Nada a dizer sobre ele influenciando minha criação.
O negócio era minha mãe, e essa criança estranha que ela criava. Quando eu era pequena, uma vez li A Profecia, e achei que aquilo podia ser comigo, e começei a procurar em mim mesma sinais da minha ascendência maligna! Mas seria fácil demais... Eu tinha que enfrentar era a minha familia mesmo... Ser filha do capeta era bolinho perto deles!
E lá fui eu, crescendo em intenso sofrimento, e dando minhas opiniões abalizadas sobre a vida, o mundo, religião. Quando minha mãe não conseguia, ou não estava com saco de resolver nossa pendengas no papo, ela pegava o pedaço de pau que catava periodicamente na feira, e sentava ele nos nossos lombos. Se eu tivesse aproveitado aquelas duras, porem lindas lições de amor maternal, teria enfiado minha viola no saco, e hoje estaria casada e com filhos. Mas não. Eu era a voz da resistência naquela casa!!! E minha irmã pode acreditar agora, se quiser. Ser a voz da resistência não era nada fácil... Até hoje minha irmã Márcia, que aliás é a única que eu tenho, diz que o mundo não está preparado para as minhas opiniões. Eu tentava ficar calada, guardar pra mim mesma o que eu pensava, mas quando ia ver, lá estava eu, falando o que não devia, recebendo o olhar horrorizado de todo mundo, inclusive de minha própria máe, e me arrependendo profundamente por não ter fechado o bico. A vida é assim... Fazer o que? Eu era a criança que queria levar livros pras festas... Dá pra acreditar?
Bem, eu cresci, sobrevivi, aprendi muito sobre vida em sociedade, apesar de nem sempre conseguir usar isso tudo pra nada. Hoje, pra me recuperar de não ser a criança da profecia, faço análise, e minha psicóloga me diz coisas do tipo: Uma hora você vai ter que ficar adulta, vai ter que trabalhar seus medos e sua opinião de si mesma. Essa última principalmente por causa das pérolas que minha mãe costumava me dizer, carinhosamente, como prêmio pelo meu comportamento, digamos... excepcional! Coisas como: Você nunca vai ter um amigo, você não vale nada, você não presta, e a pérola máxima, você é ruim igual o seu pai!
Bem que eu tento agora, mas minha mãe era uma formadora de opinião incrivelmente poderosa.... Com crianças de 6 a 10 anos, então, ela era espetacular! Até ela morrer, acreditei em tudo o que ela me disse, e depois que ela morreu também.
Mãe é mãe, como eu vou dizer que ela estava errada? Ainda bem que apesar de esquisitinha eu tinha um certo carisma pessoal, eu acho, ou muita sorte, vai saber...
Porque eu escrevi isso tudo??? Bem... Eu mesma não sei. Acho que é pra tentar explicar que as vezes eu saio atropelando tudo e todos, e nem eu mesmo entendo porque. A voz da resistência não pode se calar!!! As vezes eu quero mais do que posso ter, e as vezes eu entendo menos do que deveria, e no meio disso tudo, me perco e fico sem entender nada mesmo, e tudo vira uma confusão na minha cabeça... Aliás, confusa eu estou sempre, mas tem umas horas em que meu cerebro entra em pane. Então, quando meu comportamento ficar estranho, e eu me tornar uma psicotica violenta, ou quase isso, o motivo já foi dito, o que, claro não é uma desculpa.
A culpa de tudo é da minha mãe? Não. ela só reagia a vida, da maneira que dava, e ela era de uma inocência as vezes.... A culpa é minha mesma, se é que pode ser atribuida alguma culpa a alguém (juro que esta será a única tentativa de tirar o meu da reta...). Eu tenho que aprender, antes de tudo, a usar o cérebro...
Isso que dá não ser personagem principal da profecia.... A vida as vezes maltrata...
07 junho 2006
05 junho 2006
Meu Deus, que estais pendente de um madeiro,
Em cuja lei protesto de viver,
Em cuja santa lei hei de morrer
Animoso, constante, firme e inteiro:
Neste lance, por ser o derradeiro,
Pois vejo a minha vida anoitecer,
É, meu Jesus, a hora de se ver
A brandura de um Pai, manso Cordeiro.
Mui grande é vosso amor e o meu delito;
Porém pode ter fim todo o pecar,
E não o vosso amor, que é infinito.
Esta razão me obriga a confiar,
Que, por mais que pequei, neste conflito
Espero em vosso amor de me salvar.
03 junho 2006
30 maio 2006
24 maio 2006
22 maio 2006
No ultimo ano de vida da minha mãe, ela começou a ficar desorientada, e aos poucos, foi perdendo a lucidez... Era estranho ver ela, que sempre foi uma das pessoas mais "fortes" que eu conheci, daquele jeito. De repente ela precisava de alguem ajudando pra ir no banheiro, tomar banho, comer. Esquecia onde estava, porque estavamos aqui em Jau... Muito mal sabia quem era...
Desde que eu me entendo por gente, tenho um medo absurdo de perder a lucidez, de ficar louca, de ficar dependente...
Depois que minha mãe morreu, eu comprei essa casa e me tranquei aqui. Não queria falar, ver, socializar com ninguém. Tinha medo até mesmo de chegar na porta, e só queria ficar trancada no meu quarto, no meio do caos que eu instalei aqui.
E assim chegou a Isis. Com a promessa de que ia cuidar de mim, ela veio do Japão, e eu fiquei muito feliz. Eu tinha consciência de que precisava de alguém tomando cointa das coisas, me chamando à razão... Só que não foi assim qua as coisas aconteceram. Eu estava mais acostumada a tomar conta do que deixar que tomassem conta de mim, e ela estava mais acostumada a deixar as pessoas tomarem conta dela... No início foi tudo lindo e maravilhoso, e então, tudo começou a ficar estranho, e eu começei a ficar infeliz. Creio que ela também... Muito tempo já tinha se passado pra que a gente se reencontrasse e ficasse tudo como antes, e assim foi. Com o tempo ela começou a ficar deprimida e doente, doente... Tantos problemas... E um belo dia ela perdeu totalmente a razão. E aqui estava eu, tomando conta de outra pessoa desorientada, que precisava de ajuda e atenção. Era um eterno desespero pr amim... Não tinha fim...
E meu medo de ficar louca, de ver as pessoas loucas, aumentou. Não que ela tivesse ficado nesse estado, mas ficou muito muito mal, e eu tive medo de ver uma menina de 20 anos daquele jeito.
Tomar conta de uma pessoa sem lucidez é o mesmo que estar sozinho. A gente tem que decidir tudo, pensar em tudo, ter tempo pra tudo... E eu fui ficando doente também...
Ela, graças a Deus, se curou, voltou ao normal, e voltou para o Japão com a mãe dela, e mais uma vez eu fiquei aqui, sozinha e meio louca, trancada em casa, com medo de tudo, sem querer ver ninguém... Foi preciso muito tempo pra eu voltar a encarar o mundo lá fora, encarar uma relação.
Antes de ontem eu fui visitar o Carlos. Ele me reconheceu!!!! Brincou, me xingou, falou com o Junior, reconheceu ele. Vi a felicidade dele quando o Rodolfo e a Bel chegaram. Mas era uma felicidade distante.... A felicidade de uma pessoa que nem sabe direito o que está acontecendo a sua volta, por isso, nem pode sofrer. Talvez seja melhor assim.
Estranho que meu amiguinho não esteja aqui me dando bronca, invadindo a casa, deitado na cama, fazendo comida... Tão estranho... As outras pessoas que eu perdi desse jeito, nunca puderam voltar pra mim, e talvez eu realmente nem quizesse. Algumas coisas devem ficar para tras, pra sempre!
Espero que ele volte... De todo coração estou esperando ele voltar... Espero ainda ter a oportunidade de ver ele montado naquela moto pra la e pra ca, com pressa, indo pro treiler, cortando uns cabelos, ganhando dinheiro pra pagar as dívidas... Mas pra isso queria que ele fosse feliz também. Não quero que ele volte com sequelas ou com infelicidade.
Espero ser desprendida, e que se o pior acontecer, eu aceite bem, consiga consolar as pessoas que ficam, e consiga me consolar também....
Estou com saudades dele... Muitas....
18 maio 2006

16 maio 2006

15 maio 2006
Sem caminhos pra seguir
Na incerteza de chegar
Quem decide por partir
Só pensa em procurar
Um futuro com alguém
Não importa o que passou
Já nem se lembra mais
Quer é recomeçar
Tantas vidas pra viver
Tentando se encontrar
Tantas coisas por fazer
Pra se purificar
Não consigo mais sonhar
Já me basta o que vivi
Sofrendo ao desejar
Quimeras que não consegui
Deuses do além
Duendes do ar
Anjos do bem
Vão te mostrar uma luz maior
Capaz de convencer
Que um mundo bem melhor
Existe em você
Só pro seu prazer
Uma luz maior
A força e o poder
Sangue e suor
De quem te fez viver
Hoje eu sei porque
Eu não vou mais fugir de mim
Eu não vou mais fugir de mim
12 maio 2006


10 maio 2006
REVOLUÇÕES POR MINUTO |
Sinais de vida no país vizinho Viola o canto ingênuo do caboclo Nos chegam gritos da Ilha do Norte |
08 maio 2006

06 maio 2006
Before I do somebody some harm
I feel just like a vegetable
Down here on the farm
Nobody comes to see me
Nobody here to turn me on
I ain't even got a lover
Down here on the farm
They told me to get healthy
They told me to get some sun
But boredom eats me like cancer
Down here on the farm
Drinkin' lemonade shanty
Ain't nobody here to do me harm
But I'm like a fish out of water
Down here on the farm
I wrote a thousand letters
Till my fingers all gone numb
But I never see no postman
Down here on the farm
I call my baby on the telephone, I say
Come down and have some fun
But she knows what the score is
Down here on the farm
I can't fall in love with a wheatfield
I can't fall in love with a barn
Well everything smells like horse shit
Down here on the farm
Blue skies and swimming pools
Add so much charm
But I'd rather be back in Soho
Than down here on the farm
On the fucking farm !
Are you born in a fucking barn or what ?
Beeeee !
04 maio 2006
É sabido que o emagrecimento ocorre quando o indivíduo gasta mais calorias do que ganha. Para atingir este objetivo, é necessário adotar uma alimentação adequada aliada à prática freqüente de exercícios físicos
1. Obesidade como conseqüência do ambiente familiar: em muitas famílias o alimento é usado para punir ou recompensar os indivíduos por suas ações. Não são raros os casos de mães que preparam refeições altamente calóricas para premiar um bom filho, ou o privam de comida quando se comporta mal (note que o alimento é usado como sinônimo de amor). Estas relações fazem com que muitos indivíduos adultos tenham dificuldade de aceitar a diminuição da ingestão de alimentos, tornando-se incapazes de seguir um plano de reeducação alimentar, sem que antes tratem esta dificuldade emocional. 2. O alimento como principal fonte de prazer e consolo: muitos são os casos de pessoas que sentem-se pouco satisfeitas em seus relacionamentos (familiares, amorosos, amizades) e não se realizam em suas atividades cotidianas. Para estas pessoas, a comida pode se tornar uma grande amiga: aquela que as consola nos momentos de tristeza e as acompanha nas horas de alegria. O alimento passa a ser a maior fonte de prazer e, desta forma, a obesidade se instala. Neste caso, não bastam recomendações alimentares; é necessário tratar o problema psicológico para que o emagrecimento possa ocorrer. 3. A obesidade como forma de tornar o corpo menos atraente: o amadurecimento emocional do ser humano passa pela aceitação do corpo sexualmente maduro. Entretanto, muitas pessoas tem dificuldade de lidar com esta transição do corpo infantil para o corpo adulto e acabam utilizando a obesidade com forma de esconder as mudanças. A camada de gordura passa a servir como uma defesa que protege a pessoa de se mostrar sexualmente atraente, evitando, assim, os sentimentos de insegurança e ansiedade que esta situação pode gerar. Para estes indivíduos, o emagrecimento é encarado como uma ameaça que lhes roubaria as defesas e isto os leva e a permanecerem eternamente na condição de obesos. Tratar estas dificuldades é um passo fundamental para que a perda de peso seja vista de forma positiva. Para todos os casos aqui descritos a psicoterapia é o tratamento recomendado. Neste processo o indivíduo torna-se capaz de analisar e refletir sobre as questões que prejudicam a perda de peso e se prepara para superar estes obstáculos. Com o caminho desobstruído fica bem mais fácil seguir os planos de emagrecimento e atingir o objetivo esperado! | |||||||||
02 maio 2006

O que é Depressão?
Depressão (do latim depressione) é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Em primeiro lugar, depressão não é um estado de tristeza profunda nem desânimo, preguiça, estresse ou mau humor. A depressão, enquanto evento psiquiátrico, é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Mesmo assim, podemos considerar a depressão como natural período de transição. São tempos de mudanças e crescimento, épocas que antecedem novos horizontes de amadurecimento do ser em constante processo de evolução.
Para entendermos melhor essa diversidade de sintomas depressivos, vamos considerar que, entre as pessoas, a depressão seria como uma bebedeira geral, onde cada pessoa alcoolizada ficasse de um jeito: uns alegres, outros tristes, irritados, engraçados, dorminhocos, libertinos... A única coisa que todos teriam em comum é o fato de estarem sob efeito do álcool, todos estariam tontos, com os reflexos diminuídos, etc. Na depressão também. Cada personalidade se manifestará de uma maneira.
Na verdade, ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe: ele reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.
Ontem eu tava no plantão, e dei uma fujidinha na casa da Márcia, pra ver a festinha. Tava todo mundo lá!! Um feriado com cara de domingo...
30 abril 2006
28 abril 2006
26 abril 2006
24 abril 2006

23 abril 2006
22 abril 2006

Mea culpa... Eu sei que sou difícil ao extremo! Sei que sou encanada ao extremo, sei que sou insuportável ao extremo, sei que sou chata ao extremo, mas mesmo assim sou legal! rs*
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Vinicius de Moraes
18 abril 2006

16 abril 2006
Isso é tamanho de um moleque de 14 anos???

não tinha teto não tinha nada
ninguém podia entrar nela não
porque na casa não tinha chão
ninguém podia dormir na rede
porque na casa não tinha parede
ninguém podia fazer xixi
porque pinico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos número zero
Mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos número zero
15 abril 2006

14 abril 2006
12 abril 2006
10 abril 2006
08 abril 2006
06 abril 2006
04 abril 2006
02 abril 2006
Como vai?
Primeiro queria dizer q não morro de inveja, que não passei o ano na “merda”, nem “fudida”, como assim vc desejou...Mas foi vc tbm q disse que se a gente deseja mal pra alguém acaba acontecendo com a gente...Pois é, q assim seja. Por mais que eu tenha ficado de saco cheio de comentários como o seu, eu não te quero mal, até pq não te conheço, nem sei quem vc é. Tudo q sei é q vc é amiga do “prefeito de SISTINAS”, eu diria o Dono da cidade...
Quero deixar claro q não tenho absolutamente nada contra uma AMIZADE de verdade, e q tbm tenho amigos...A maioria do mundo real, e não virtual.
Mas seu post deixou, a saber: que ele é mais q um amigo,(sempre foi uma grande tentação) ou q poderia ser mais, mas VOCÊ, não arriscaria perder o q já tem, o que pra mim significou q se vc quiser pode ser, pq não. Irrita-me e muito. Mas vc não é culpada. Segundo o seu amado, vc já sabia da minha existência, e se não sabia, ficou sabendo de maneira muito ingrata. Sempre ouvi falar de vc, e nunca tive nada contra a amizade de vcs, até aqui.
E quanto ao seu desejo: “passar a virada na merda...”, quero dizer q foi um dos melhores revelion que já tive, fui muito amada, abraçada, beijada e muito mais(que ficaram entre muitas paredes), pelo “prefeito de SISTINAS”.
Essa felicidade pode ser abalada por alguns comentários como o seu. Mas destruída isso depende de mim, e dele.
P. S. Eu me arrependi de ter feito o comentário anônimo, mas faço-a ciente então...
“Apenasmente”,
Solange.
Dureza heim? Pois é, fazer o que? Isso que dá achar que amigos de vários anos são amigos de vários anos. Essa eu mereci! rs* Dá próxima vez vou desconfiar de conversas telefonicas reveladoras no meio da madrugada, ainda mais se não tiverem sido gravadas!!!
Eu quero que vc fique bem... de qualquer forma... Se hj o q eu me tornei não lhe é satisfatório, não posso fazer nada e nem quero. Tá bom assim como tá, sou feliz com a vida que tenho. Nesses últimos dois anos eu tenho planejado meu futuro, coisa que nunca consegui com vc ou com outra pessoa. Mas não quero o seu mal, não quero que vc fique mal por minha causa, como vc adora sugerir. Eu estava com depressão e achava que o mundo rodava ao redor do meu umbigo, é verdade. Mas isso passou, eu não tenho mais crises de pânico e nem acho que sou a reencarnação de Cristo agora, portanto... Bobagem sua ficar relembrando as minhas crises, até pq vc anda sofrendo da mesma doença agora. Espero que um dia, breve, passe seus pânicos e crises, eu não desejaria aquilo nem pro meu maior inimigo, que eu nem tenho.
Se o post não foi pra mim, fico feliz. Desculpe se eu ainda não postei algo sobre vc, como havia prometido, mas é que faltou conteúdo... O que eu iria escrever embaixo da sua foto?
- Essa é minha prima Andréa, que mora do outro lado do mundo. Ela já foi minha melhor amiga, mas depois que fumou pedra, nunca mais foi a mesma.
Seria até legal... como campanha de DIGA NÃO ÁS DROGAS, mas meu humilde blog não tem tanto ibope assim...
Enfim... Eu não to com energia suficiente pra ficar brigando com quem quer que seja, nem virtualmente nem pessoalmente, eu ando cansada ultimamente... muito cansada. Se nossa amizade não vira mais, tudo bem, vc já parou de falar com amigas antigas outras vezes, não seria nenhuma surpresa se vc parar de falar comigo. Eu vou ficar bem de qualquer forma... Eu só quero parar com essa discussão online inútil, ok?
O que passou passou, vc passou, acabou, morreu. Eu estendo a bandeira branca.
Paz e amor por favor.
Bye.
Isis
Quanto a amizade, acho q sei sim oq significa... ainda bem... posso naum ter sua namorada, posso naum ter sua mãe, posso naum ter sua gata, mas com certeza tenho várias coisas para as quais dou valor... Antes de soltar palavras tão amargas, devia ter se certificado primeiro de que era com vc... mas amargura, pelo visto, já faz parte da sua personalidade... Qto a não viver na realidade, tem razão por um lado, mas tudo a seu tempo... não vou me sacrificar pra provar nada pra ninguem... quem me ama, entende isso, e me apoia, mesmo sem concordar... quem não me ama, sinceramente, não ligo a minima...
Ficou chateada de não ser o centro das atenções dessa vez? fica não... le o blog amanha, vou deixar uma coisa especialmente pra vc...
Beijinhos.... virtuais claro... rs* pra naum me contaminar com o seu veneno...
Andréa
Tem mais, mas esses são sem duvida, os melhores... Uns eu preferi omitir... rs* Senão eu ganharia um bonequinho de vudu com meu nome escrito! rs* Melhor não arriscar!!!













