31 julho 2006
Viver me é quase insuportável
Os olhos em cãibras insônia
O sono espreita o sonhar pesadelos
As unhas amoladas
Em centelhas de esmeril
Ponta de faca estrela
A capturar cometas borboletas
E acender fogueiras dos corpos
Vinho das perversões em labaredas.
Marx não mais me habita
Tumor no estomago liberal
E a dor que sinto
Supera carne vaza alma
Continente sem fim do pensamento.
Mas sou senhor senhorita
Moleque bailarina
E desenho na terra batida
O simples e pequeno
Movimentos e gestos
29 julho 2006
28 julho 2006
23 julho 2006
Papéis transparentes para cigarros
Película biodegradável não plástica - 100% celulose Produto de origem vegetal inodoro e inócuo Não altera as características do tabaco Proporciona combustão mais lenta Alta transparência (95%) |
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22 julho 2006
15 julho 2006
09 julho 2006
Os homens bonitos e bons são gays.
Os homens bonitos, bons e heterossexuais estão casados.
Os homens que não são bonitos, mais são bons, não tem dinheiro.
Os homens que não são bonitos, mas que tem dinheiro, pensam que só estamos
átras do dinheiro.
Os homens bonitos, que não bons e são hetessexuais, acham que somos
insuficientes bonitas.
Os homens que nos acham bonitas, que são heterossexuais, bons e tÊm
dinheiro, são covardes.
Os homens que são bonitos, bons, tem dinheiro e graças a Deus são
heterossexuais, são timidos e NUMCA DÃO O PRIMEIRO PASSO.
Os homens que numca dão o primeiro passo, automaticamente perdem o interesse
em nós quando tomamos a iniciativa
AGORA, NESSE MUNDO QUEM ENTENDE OS HOMENS?
Moral da história: homens são como um bom vinho. Todos começam como uvas, e
é dever da mulher pisotea-los e mante-los no escuro até que amadureçam e se
tornem uma boa companhia pro jantar.
07 julho 2006

Olha eu, desenhada pelo Adriano! Visão frontal do pirulito!
06 julho 2006
05 julho 2006
29 junho 2006
27 junho 2006

25 junho 2006
23 junho 2006

When you put your arms around me
I get a fever that's so hard to bear
You give me fever when you kiss me
Fever when you hold me tight
Fever all through the night
Sun lights up the day time
Moon lights up the night
I light up when you call my name
and you know you're gonna treat you right
You give me fever when you kiss me
Fever when you hold me tight Fever ... in the mornin'
Fever all through the night
That is somethin' you all know
Fever isn't such a new thing
Fever started long time ago
Romeo loved Juliet
Juliet she felt the same
When he put his arms around her
He said, "Julie baby you're my flame"
Thou givest fever when we kisseth
Fever with thy flaming youth
Fever I’m on fire
Fever yea I burn forsooth
Captain Smith and Pocahontas
Had a very mad affair
When her daddy tried to kill him
She said "Daddy oh don't you dare"
"He gives me fever with his kisses"
"Fever when he holds me tight"
"Fever, I’m his missus"
"Daddy won't you treat him right?"
Now you've listened to my story
Here's the point that I have made
Chicks were born to give fever
Be it Fahrenheit or centigrade
We give you fever when we kiss you
Fever if you live and learn
Fever till you sizzle
What a lovely way to burn
What a lovely way to burn
What a lovely way to burn
What a lovely way to burn

21 junho 2006
19 junho 2006
A Noivinha do Reanimator diz:
assim, me conhecendo por alto, o que vc acha de mim?
Adriano diz:
hmmmmmmmmmmmmmmm
inteligente, mente aberta, interessante, diferente, reprimida, depressiva...
uma pessoa no lugar errado
A Noivinha do Reanimator diz:
como é isso?
Adriano diz:
o q?
uma pessoa no lugar errado?
A Noivinha do Reanimator diz:
eh
Adriano diz:
vc nasceu na familia errada, mora no lugar errado, tem o emprego errado...
vc é uma pessoa rara
não pode ter uma vida comum...

17 junho 2006
Hino da Amizade
Mara Maravilha
Eô,Eô
Roda,roda,roda sem parar
Eô,Eô
Pula,pula pula vamos lá
Eô,Eô
Bate ppalma,bate bate o pé
Eô,Eô
Cante o hino da amizade eu quero ver!
Pique-pique,esconde-esconde,banbolê
Pega-pega,roda-roda eu quero ver
Nossa amizade tem amor no coração
Meu amigo você é mais do que um irmão
Eu te amo,eu te amo de verdade
Eu te amo sem nenhuma falsidade
Eu te amo é amor pra vida inteira
Eu te amo vamos nessa brincadeira
Nossa amizade é de deus é pra valer
Cante o hino da amizade eu quero ver!

15 junho 2006
11 junho 2006
Ela não tinha culpa, coitada... Filha de um "caixeiro-viajante", ou quase isso, que ja tinha sido dono de terras, e de uma dona de casa ligeiramente agressiva, que perderam tudo por causa da bebida, já viu como era a vida né? Eu não sei bem como alguem pode perder tudo o que tem bebendo, mas meu avô tanbto fez que perdeu, e eles viveram na penúria um bom tempo...
Historias como essa acontecem aos milhares, e sempre com os nossos pais. Eles nunca tinham sapato pra por no pé, amavam estudar mais do que amavam a própria vida, e escreviam até no papel de pão pra não faltar as aulas... Ah! E pais também são sempre os melhores alunos da sala, mesmo sem ter a moleza que nós temos na vida, com coisas bonitas que eles sempre nos deram, etc, etc, etc.... Se vc tiver um pingo de normalidade dentro de vc, alguma dessas máximas já entrou por um ouvido seu e saiu pelo outro, porque mães e pais são assim mesmo: sofredores e perfeitos....
Bem, mas tendo levado essa vida de total normalidade numa Manaus de quase 80 anos atras, a vida da minha mãe, por mais "da pá virada" que ela fosse, não podia sair tanto assim da normalidade. Temos que lembrar que naquela época, em que não existia internet, e a betty page era o máximo em matéria de feitiche, por mais doida que minha mãe fosse não dava pra sair tanto da normalidade como agora.
Mas eis que tudo muda, ela vem pra cidade grande, se forma, se casa, enfia suas expectativas num casamento que já masceu falido, e, tcharam!, tem duas filhas!!! Deveriamos supor que começou a levar uma vida normal então? Ou melhor, mais normal? Bem, nem tanto...
Dessa linda união saimos eu e minha irmã. E bem, na verdade, estou escrevendo isso tudo pra falar de mim mesma, então, vamos ao que interessa....
Imagine só. Ela, esposa, mãe, trabalhadora, violenta, de repente, se ve as voltas com uma criança, digamos, no mínimo, estranha.... Com manias estranhas, com vontades estranhas, timida demais, e extremamente antisocial! Claro que ela pirou coitada... Por essa nem ela esperava.
Muitas vezes na infância achei que se eu tivesse tentáculos as coisas seriam mais fáceis, mas tentáculos não caem do céu, então, com dois bracinhos mesmo, lá fui eu enfrentar um mundo estranho, hostil, entediante, e potencialmente violento, ainda mais com uma familia como essa....
Bem, nem falei de meu pai! Ele era só o cara que estava lá. Nada a dizer sobre ele influenciando minha criação.
O negócio era minha mãe, e essa criança estranha que ela criava. Quando eu era pequena, uma vez li A Profecia, e achei que aquilo podia ser comigo, e começei a procurar em mim mesma sinais da minha ascendência maligna! Mas seria fácil demais... Eu tinha que enfrentar era a minha familia mesmo... Ser filha do capeta era bolinho perto deles!
E lá fui eu, crescendo em intenso sofrimento, e dando minhas opiniões abalizadas sobre a vida, o mundo, religião. Quando minha mãe não conseguia, ou não estava com saco de resolver nossa pendengas no papo, ela pegava o pedaço de pau que catava periodicamente na feira, e sentava ele nos nossos lombos. Se eu tivesse aproveitado aquelas duras, porem lindas lições de amor maternal, teria enfiado minha viola no saco, e hoje estaria casada e com filhos. Mas não. Eu era a voz da resistência naquela casa!!! E minha irmã pode acreditar agora, se quiser. Ser a voz da resistência não era nada fácil... Até hoje minha irmã Márcia, que aliás é a única que eu tenho, diz que o mundo não está preparado para as minhas opiniões. Eu tentava ficar calada, guardar pra mim mesma o que eu pensava, mas quando ia ver, lá estava eu, falando o que não devia, recebendo o olhar horrorizado de todo mundo, inclusive de minha própria máe, e me arrependendo profundamente por não ter fechado o bico. A vida é assim... Fazer o que? Eu era a criança que queria levar livros pras festas... Dá pra acreditar?
Bem, eu cresci, sobrevivi, aprendi muito sobre vida em sociedade, apesar de nem sempre conseguir usar isso tudo pra nada. Hoje, pra me recuperar de não ser a criança da profecia, faço análise, e minha psicóloga me diz coisas do tipo: Uma hora você vai ter que ficar adulta, vai ter que trabalhar seus medos e sua opinião de si mesma. Essa última principalmente por causa das pérolas que minha mãe costumava me dizer, carinhosamente, como prêmio pelo meu comportamento, digamos... excepcional! Coisas como: Você nunca vai ter um amigo, você não vale nada, você não presta, e a pérola máxima, você é ruim igual o seu pai!
Bem que eu tento agora, mas minha mãe era uma formadora de opinião incrivelmente poderosa.... Com crianças de 6 a 10 anos, então, ela era espetacular! Até ela morrer, acreditei em tudo o que ela me disse, e depois que ela morreu também.
Mãe é mãe, como eu vou dizer que ela estava errada? Ainda bem que apesar de esquisitinha eu tinha um certo carisma pessoal, eu acho, ou muita sorte, vai saber...
Porque eu escrevi isso tudo??? Bem... Eu mesma não sei. Acho que é pra tentar explicar que as vezes eu saio atropelando tudo e todos, e nem eu mesmo entendo porque. A voz da resistência não pode se calar!!! As vezes eu quero mais do que posso ter, e as vezes eu entendo menos do que deveria, e no meio disso tudo, me perco e fico sem entender nada mesmo, e tudo vira uma confusão na minha cabeça... Aliás, confusa eu estou sempre, mas tem umas horas em que meu cerebro entra em pane. Então, quando meu comportamento ficar estranho, e eu me tornar uma psicotica violenta, ou quase isso, o motivo já foi dito, o que, claro não é uma desculpa.
A culpa de tudo é da minha mãe? Não. ela só reagia a vida, da maneira que dava, e ela era de uma inocência as vezes.... A culpa é minha mesma, se é que pode ser atribuida alguma culpa a alguém (juro que esta será a única tentativa de tirar o meu da reta...). Eu tenho que aprender, antes de tudo, a usar o cérebro...
Isso que dá não ser personagem principal da profecia.... A vida as vezes maltrata...
07 junho 2006
05 junho 2006
Meu Deus, que estais pendente de um madeiro,
Em cuja lei protesto de viver,
Em cuja santa lei hei de morrer
Animoso, constante, firme e inteiro:
Neste lance, por ser o derradeiro,
Pois vejo a minha vida anoitecer,
É, meu Jesus, a hora de se ver
A brandura de um Pai, manso Cordeiro.
Mui grande é vosso amor e o meu delito;
Porém pode ter fim todo o pecar,
E não o vosso amor, que é infinito.
Esta razão me obriga a confiar,
Que, por mais que pequei, neste conflito
Espero em vosso amor de me salvar.
03 junho 2006
30 maio 2006
24 maio 2006
22 maio 2006
No ultimo ano de vida da minha mãe, ela começou a ficar desorientada, e aos poucos, foi perdendo a lucidez... Era estranho ver ela, que sempre foi uma das pessoas mais "fortes" que eu conheci, daquele jeito. De repente ela precisava de alguem ajudando pra ir no banheiro, tomar banho, comer. Esquecia onde estava, porque estavamos aqui em Jau... Muito mal sabia quem era...
Desde que eu me entendo por gente, tenho um medo absurdo de perder a lucidez, de ficar louca, de ficar dependente...
Depois que minha mãe morreu, eu comprei essa casa e me tranquei aqui. Não queria falar, ver, socializar com ninguém. Tinha medo até mesmo de chegar na porta, e só queria ficar trancada no meu quarto, no meio do caos que eu instalei aqui.
E assim chegou a Isis. Com a promessa de que ia cuidar de mim, ela veio do Japão, e eu fiquei muito feliz. Eu tinha consciência de que precisava de alguém tomando cointa das coisas, me chamando à razão... Só que não foi assim qua as coisas aconteceram. Eu estava mais acostumada a tomar conta do que deixar que tomassem conta de mim, e ela estava mais acostumada a deixar as pessoas tomarem conta dela... No início foi tudo lindo e maravilhoso, e então, tudo começou a ficar estranho, e eu começei a ficar infeliz. Creio que ela também... Muito tempo já tinha se passado pra que a gente se reencontrasse e ficasse tudo como antes, e assim foi. Com o tempo ela começou a ficar deprimida e doente, doente... Tantos problemas... E um belo dia ela perdeu totalmente a razão. E aqui estava eu, tomando conta de outra pessoa desorientada, que precisava de ajuda e atenção. Era um eterno desespero pr amim... Não tinha fim...
E meu medo de ficar louca, de ver as pessoas loucas, aumentou. Não que ela tivesse ficado nesse estado, mas ficou muito muito mal, e eu tive medo de ver uma menina de 20 anos daquele jeito.
Tomar conta de uma pessoa sem lucidez é o mesmo que estar sozinho. A gente tem que decidir tudo, pensar em tudo, ter tempo pra tudo... E eu fui ficando doente também...
Ela, graças a Deus, se curou, voltou ao normal, e voltou para o Japão com a mãe dela, e mais uma vez eu fiquei aqui, sozinha e meio louca, trancada em casa, com medo de tudo, sem querer ver ninguém... Foi preciso muito tempo pra eu voltar a encarar o mundo lá fora, encarar uma relação.
Antes de ontem eu fui visitar o Carlos. Ele me reconheceu!!!! Brincou, me xingou, falou com o Junior, reconheceu ele. Vi a felicidade dele quando o Rodolfo e a Bel chegaram. Mas era uma felicidade distante.... A felicidade de uma pessoa que nem sabe direito o que está acontecendo a sua volta, por isso, nem pode sofrer. Talvez seja melhor assim.
Estranho que meu amiguinho não esteja aqui me dando bronca, invadindo a casa, deitado na cama, fazendo comida... Tão estranho... As outras pessoas que eu perdi desse jeito, nunca puderam voltar pra mim, e talvez eu realmente nem quizesse. Algumas coisas devem ficar para tras, pra sempre!
Espero que ele volte... De todo coração estou esperando ele voltar... Espero ainda ter a oportunidade de ver ele montado naquela moto pra la e pra ca, com pressa, indo pro treiler, cortando uns cabelos, ganhando dinheiro pra pagar as dívidas... Mas pra isso queria que ele fosse feliz também. Não quero que ele volte com sequelas ou com infelicidade.
Espero ser desprendida, e que se o pior acontecer, eu aceite bem, consiga consolar as pessoas que ficam, e consiga me consolar também....
Estou com saudades dele... Muitas....
18 maio 2006

16 maio 2006

15 maio 2006
Sem caminhos pra seguir
Na incerteza de chegar
Quem decide por partir
Só pensa em procurar
Um futuro com alguém
Não importa o que passou
Já nem se lembra mais
Quer é recomeçar
Tantas vidas pra viver
Tentando se encontrar
Tantas coisas por fazer
Pra se purificar
Não consigo mais sonhar
Já me basta o que vivi
Sofrendo ao desejar
Quimeras que não consegui
Deuses do além
Duendes do ar
Anjos do bem
Vão te mostrar uma luz maior
Capaz de convencer
Que um mundo bem melhor
Existe em você
Só pro seu prazer
Uma luz maior
A força e o poder
Sangue e suor
De quem te fez viver
Hoje eu sei porque
Eu não vou mais fugir de mim
Eu não vou mais fugir de mim
12 maio 2006


10 maio 2006
REVOLUÇÕES POR MINUTO |
Sinais de vida no país vizinho Viola o canto ingênuo do caboclo Nos chegam gritos da Ilha do Norte |
08 maio 2006

06 maio 2006
Before I do somebody some harm
I feel just like a vegetable
Down here on the farm
Nobody comes to see me
Nobody here to turn me on
I ain't even got a lover
Down here on the farm
They told me to get healthy
They told me to get some sun
But boredom eats me like cancer
Down here on the farm
Drinkin' lemonade shanty
Ain't nobody here to do me harm
But I'm like a fish out of water
Down here on the farm
I wrote a thousand letters
Till my fingers all gone numb
But I never see no postman
Down here on the farm
I call my baby on the telephone, I say
Come down and have some fun
But she knows what the score is
Down here on the farm
I can't fall in love with a wheatfield
I can't fall in love with a barn
Well everything smells like horse shit
Down here on the farm
Blue skies and swimming pools
Add so much charm
But I'd rather be back in Soho
Than down here on the farm
On the fucking farm !
Are you born in a fucking barn or what ?
Beeeee !
04 maio 2006
É sabido que o emagrecimento ocorre quando o indivíduo gasta mais calorias do que ganha. Para atingir este objetivo, é necessário adotar uma alimentação adequada aliada à prática freqüente de exercícios físicos
1. Obesidade como conseqüência do ambiente familiar: em muitas famílias o alimento é usado para punir ou recompensar os indivíduos por suas ações. Não são raros os casos de mães que preparam refeições altamente calóricas para premiar um bom filho, ou o privam de comida quando se comporta mal (note que o alimento é usado como sinônimo de amor). Estas relações fazem com que muitos indivíduos adultos tenham dificuldade de aceitar a diminuição da ingestão de alimentos, tornando-se incapazes de seguir um plano de reeducação alimentar, sem que antes tratem esta dificuldade emocional. 2. O alimento como principal fonte de prazer e consolo: muitos são os casos de pessoas que sentem-se pouco satisfeitas em seus relacionamentos (familiares, amorosos, amizades) e não se realizam em suas atividades cotidianas. Para estas pessoas, a comida pode se tornar uma grande amiga: aquela que as consola nos momentos de tristeza e as acompanha nas horas de alegria. O alimento passa a ser a maior fonte de prazer e, desta forma, a obesidade se instala. Neste caso, não bastam recomendações alimentares; é necessário tratar o problema psicológico para que o emagrecimento possa ocorrer. 3. A obesidade como forma de tornar o corpo menos atraente: o amadurecimento emocional do ser humano passa pela aceitação do corpo sexualmente maduro. Entretanto, muitas pessoas tem dificuldade de lidar com esta transição do corpo infantil para o corpo adulto e acabam utilizando a obesidade com forma de esconder as mudanças. A camada de gordura passa a servir como uma defesa que protege a pessoa de se mostrar sexualmente atraente, evitando, assim, os sentimentos de insegurança e ansiedade que esta situação pode gerar. Para estes indivíduos, o emagrecimento é encarado como uma ameaça que lhes roubaria as defesas e isto os leva e a permanecerem eternamente na condição de obesos. Tratar estas dificuldades é um passo fundamental para que a perda de peso seja vista de forma positiva. Para todos os casos aqui descritos a psicoterapia é o tratamento recomendado. Neste processo o indivíduo torna-se capaz de analisar e refletir sobre as questões que prejudicam a perda de peso e se prepara para superar estes obstáculos. Com o caminho desobstruído fica bem mais fácil seguir os planos de emagrecimento e atingir o objetivo esperado! | |||||||||
02 maio 2006

O que é Depressão?
Depressão (do latim depressione) é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Em primeiro lugar, depressão não é um estado de tristeza profunda nem desânimo, preguiça, estresse ou mau humor. A depressão, enquanto evento psiquiátrico, é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Mesmo assim, podemos considerar a depressão como natural período de transição. São tempos de mudanças e crescimento, épocas que antecedem novos horizontes de amadurecimento do ser em constante processo de evolução.
Para entendermos melhor essa diversidade de sintomas depressivos, vamos considerar que, entre as pessoas, a depressão seria como uma bebedeira geral, onde cada pessoa alcoolizada ficasse de um jeito: uns alegres, outros tristes, irritados, engraçados, dorminhocos, libertinos... A única coisa que todos teriam em comum é o fato de estarem sob efeito do álcool, todos estariam tontos, com os reflexos diminuídos, etc. Na depressão também. Cada personalidade se manifestará de uma maneira.
Na verdade, ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe: ele reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.
Ontem eu tava no plantão, e dei uma fujidinha na casa da Márcia, pra ver a festinha. Tava todo mundo lá!! Um feriado com cara de domingo...
















